Uma ligação para o 193 salvou a vida de um bebê de apenas 11 dias no bairro João Pinheiro, na região Noroeste da Capital. A menina estava mamando quando engasgou com o leite da mãe, teve uma parada respiratória e desmaiou. Apavorados, os pais não tiveram dúvidas e acionaram o Corpo de Bombeiros. Com muita calma, por telefone, o sargento Valter Gomes orientou a família até que o bebê voltasse a respirar normalmente.
Confira na reportagem do Alterosa Urgente:
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Abraços, Heidy Barcelos
Você, futura mamãe, que se preocupa com a saúde do bebê que planeja trazer ao mundo e tomou a vacina contra a rubéola pode ter sido vítima de mais uma irresponsabilidade envolvendo a saúde dos brasileiros. Espero que o conteúdo desta nota que recebi hoje seja somente uma suspeita e que as análises comprovem que a vacina brasileira contra a rubéola não contém hormônio esterilizante. Se a suspeita for confirmada, muitas mulheres que tomaram a vacina para se prevenir e proteger o bebê durante a gestação podem acabar não conseguindo engravidar. Veja:
O deputado federal Miguel Martini (PHS-MG) enviou requerimento ao Ministro da Saúde, José Temporão, solicitando informações sobre a campanha de vacinação contra a rubéola, que está sendo realizada no País. Ele pede informações sobre a vacina brasileira, que pode conter hormônio esterilizante.
O objetivo é detectar se nas vacinas distribuídas no Brasil há a presença do hormônio Gonadotrofina Coriônica, presente em vacinas argentinas. De acordo com estudos da Faculdade de Farmácia e Bioquímica da Universidade de Buenos Aires, foi identificada a presença do hormônio, que é esterilizante, em vacinas contra rubéola distribuídas pelo Ministério da Saúde do País. "Diante desse fato urge a necessidade de apurar sobre a vacinação feita no Brasil. O mínimo que temos de fazer é exigir que tais testes sejam feitos nas vacinas distribuídas no Brasil", ressalta o deputado.
De acordo com Miguel Martini, também foram constatadas agentes esterilizantes em vacinas na Nigéria e Filipinas, em campanhas de vacinação em massa contra determinadas doenças como a rubéola. "Esse fato ocorre principalmente em países de subdesenvolvidos, onde a popularidade e a ampla aceitação de vacinas antidoenças facilitam a introdução de agentes antifertilidade nas vacinas. Assim, campanhas de vacinação se tornam verdadeiras campanhas de controle populacional", diz.
Entre os questionamentos feitos ao Ministério da Saúde, ainda estão o motivo de algumas regiões terem público-alvo de idades diferentes de outras regiões e qual a procedência e os nomes dos laboratórios que forneceram as vacinas.
O deputado informou que amostras da vacina brasileira estão sendo encaminhadas para análise, na Universidade Federal de São Paulo (USP).
Responsável pela informação:
Assessora de Comunicação do deputado federal Miguel Martini, Janaína Santos.
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Abraços, Heidy Barcelos.