Para você que (acha que) é Cult, trago uma maravilha da não-modernidade, reminiscências de fantasia infantil: a companhia de teatro de rua européiaRoyal de Luxe, criada por Jean Luc Coucoult em 1979. Através de intervenções gigantescas (as marionetes têm aproximadamente
Queridos Cults! Hoje enfiarei em vocês, sempre ávidos porinformação, um pouquinho de Jorge Luís Borges. Orgasmos ideológicos certamenteacompanharão a leitura desse incrível “tateador das sombras”.
Segundo a Wikipédia: "Sua obra se destaca por abordar temáticas como filosofia (e seus desdobramentos matemáticos), metafísica, mitologia e teologia,em narrativas fantásticas onde figuram os "delírios do racional" (BioyCasares), expressos em labirintos lógicos e jogos de espelhos."
Fabrício KC, em seu blog, falado amado Borges e de como sua “Biblioteca de Babel” poderia ser um prenúncio metafórico daWeb 2.0. Seria Borges Nostradamus disfarçado? Personalidade netuniana é bem provável que fosse.
Mírian Freitas, no texto "A escuridão deJorge Luís Borges", trata com sensibilidade e propriedade o tema dacegueira do escritor espanhol. Borges deu uma conferência inteira falando sobre sua deficiência visual.
Acabo de ter uma ótima surpresa: um texto que fala de Jorge Luís Borges e de Machado de Assis.
Dois queridos. Do Machado eu prefiro o livro: "A Mão e a Luva". Do Borges, ainda não consegui decidir.
"Não posso executar um ato novo, / teço e torno a tecer a mesma fábula, / repito um repetido decassílabo, / torno a dizer o que outros me disseram, / as mesmas coisas sinto, sempre à mesma / hora do dia ou da abstrata noite. / Noite após noite o mesmo pesadelo, / noite após noite o austero labirinto." - Jorge Luís Borges