Jorge Gontijo/EM/D.A Press Cezar Loureiro / Ag.O Globo
A noite de quarta-feira foi malvada com Minas Gerais. Numa ingrata 14ª rodada do Brasileirão, Ipatinga, Cruzeiro e Atlético colheram derrotas em seus compromissos.
No Mineirão, o Cruzeiro viu sua invencibilidade caseira cair diante do Goiás. Com um ataque ineficiente, que não marca há seis rodadas, o time de Adílson Batista foi derrotado pela segunda vez consecutiva na competição e pode deixar o G-4 nesta quinta, no complemento da rodada do meio de semana.
Sem explorar as pontas e incapaz de realizar jogadas ofensivas mais elaboradas, a Raposa não conseguiu nem aproveitar a vantagem de atuar com um homem a mais desde os 40 minutos da etapa inicial.
'Manco' desde a saída de Marcelo Moreno, o setor ofensivo estrelado precisa, urgentemente, de reforços. Quando encontra três zagueiros pela frente, a situação fica ainda mais difícil. Já disse aqui e repito: com a inconstância de Guilherme (muito mal, mais uma vez) e opções como Weldon, Jajá, Reinaldo Alagoano e Jonathas, o Cruzeiro não conseguirá brigar pelo título.
MAIS UM VEXAME
O Atlético envergonhou sua torcida outra vez, em seu ano mais importante, ao ser goleado pelo Botafogo, no Engenhão, por 4 a 0, e está de volta à zona da degola.
Em 14 jogos, já são cinco derrotas, seis empates e apenas três vitórias. Os 35% de aproveitamento no Brasileiro, após um terço de competição já disputado, estampam o terror no rosto do torcedor mais consciente. Além de enxergar um presente pífio, a massa preta e branca teme o futuro, que pode ser desenhado por ‘reforços’ do quilate de Jael ou Figueroa.
Após nova goleada vexatória e centenária, Alexandre Gallo tentou imputar a Leonardo Gaciba um quinhão do desastre, o que é inadmissível. Seria bem melhor - e bem mais digno - se o técnico alvinegro reconhecesse as absurdas limitações do elenco que comanda e a total incapacidade de seu time.
As ladainhas "falta de sorte", "muito trabalho", "fizemos um bom primeiro tempo", "tivemos mais volume de jogo", "o árbitro nos prejudicou" são ridículas frente à falta de qualidade técnica do Atlético e só levarão o time ao único caminho previsto para tamanha incompetência: a Segunda Divisão.
Nunca é demais lembrar que a lição de 2005 está fresca demais para ser ignorada.
Os discursos serenos do treinador e da diretoria não combinam com a gravidade do momento que o clube experimenta. Os torcedores, que vêm sendo sistematicamente ludibriados, não são trouxas e exigem providências.
Aproveite para comentar a desastrosa rodada para os mineiros!
OBS: Você já pode acessar o ‘Girando a Bola’ também pelo www.leandromattos.com.br
A quarta-feira é gorda para os mineiros, na 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após um triunfo suado e merecido sobre o Coxa, o Atlético segue a sua peleja de tentar se afastar da zona de desastre da competição. Sem Petkovic, que foi o dono do jogo contra o Coritiba, o time alvinegro encara sua ‘pedra preferida’ na chuteira: o Botafogo, clube que o Galo não vence há quase sete anos.
Além de um adversário ingrato, que interrompeu o sonho da Copa do Brasil para os atleticanos em 2007 e 2008, a equipe de Alexandre Gallo luta contra uma pressão cada vez maior e incômoda: a de ainda não ter vencido fora de casa, após um terço de Brasileirão já percorrido.
O Cruzeiro recebe o Goiás no Mineirão e busca a reabilitação após uma derrota pela contagem mínima para o Grêmio (graças a Fábio), na última rodada.
Como sempre, Adílson Batista não revela o time que mandará a campo. Mesmo sem confirmar oficialmente, parece que o treinador estrelado conseguiu enxergar o óbvio (com muito atraso): Espinoza não tem condições de vestir a camisa titular e deve dar lugar a Thiago Martinelli. A bisonha atuação do equatoriano diante dos gaúchos deve ter servido para colocá-lo no banco. É o que vamos descobrir, momentos antes do duelo contra os esmeraldinos de Hélio dos Anjos.
O Tigre tem parada torta no Sul. Pega o Coritiba, no Couto Pereira, em mais um capítulo da sua batalha contra o descenso. Se vencer, o time pode deixar a lanterna, mas continuará entre os quatro vermelhos da tábua de classificação.
Aproveite para deixar seus palpites e opiniões sobre mais uma rodada do Nacional.
OBS: Você já pode acessar o ‘Girando a Bola’ também pelo www.leandromattos.com.br
Com a atuação decisiva do experiente Petkovic, o Atlético conseguiu virar para cima do Coritiba, após sofrer dois gols no Mineirão, e inicia a semana fora da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, onde dormiu no sábado.
O triunfo encerrou um jejum pra lá de incômodo, que já perdurava por seis longas rodadas. A vitória, merecida, não pode mascarar o grave momento que o clube vive. Mesmo com mais três pontos na tabela, a equipe ainda está na beirada da zona vermelha, distante apenas um ponto do Goiás, 17º colocado.
O público no Mineirão não foi ‘zero’ como pretendiam muitos torcedores alvinegros, mas o protesto foi percebido e o recado de enorme insatisfação de grande parte da massa preta e branca foi dado. Menos de 7 mil pagantes estiveram no ‘Gigante da Pampulha’ e a média de público do Atlético, levando-se em conta os cinco primeiros jogos que a equipe fez em casa, no Brasileirão 2008, é de 18.045.
Segundo cálculos da Polícia Militar, entre 500 e 800 torcedores participaram do ‘abraço’ ao Mineirão, em repúdio ao péssimo momento da equipe e à administração de Ziza Valadares, e não entraram no estádio.
Para alguns, a manifestação legítima da torcida se limitou aos que foram cercar o campo com seu grito discordante. Ledo engano. A brusca queda percebida na comparação entre a média atleticana de público no Nacional e os 6.569 alvinegros que pagaram ingressos neste 20 de julho demonstrou o tamanho da bronca de uma gente apaixonada, que não suporta mais tanta incompetência.
Adicione este site aos Favoritos
@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
Acesse o blog também pelo www.leandromattos.com.br
@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
Com desfalques severos no seu mais forte setor (o meio-campo), o Cruzeiro foi derrotado pelo Grêmio, em Porto Alegre, pela contagem mínima, mas com grande prejuízo, já que passou o bastão da vice-liderança do Brasileirão para o Tricolor gaúcho.
Após um primeiro tempo lastimável, abaixo da crítica, os celestes até que melhoraram um pouco na segunda etapa, mas não foi suficiente. Com Jonathas e Guilherme na frente, o ataque voltou a jejuar e o time colheu seu terceiro revés no Nacional.
Ramires, Fabrício e Wagner fizeram muita falta e os estrelados ficaram devendo muito no quesito criatividade. Se quiser brigar pelo título, a Raposa precisará reforçar seu ataque. Jonathas, Reinaldo Alagoano, Jajá e Weldon não conseguirão suprir a falta que Marcelo Moreno faz. O tempo urge e a janela de transferências está aí, para ser utilizada.
ATLÉTICO NA ZONA DA DEGOLA
Com a vitória do Fluminense, neste sábado, o Atlético entrou na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, a equipe de Alexandre Gallo encara o Coritiba e os protestos da torcida alvinegra no Mineirão.
Há seis rodadas sem vencer, o Galo precisa se explicar. A massa preta e branca já avisou que está extremamente cansada de enxergar mediocridade no centésimo ano do clube e promete abraçar o ‘Gigante da Pampulha’, enquanto a bola estiver rolando no gramado. É o movimento ‘Público zero’, em repúdio à administração de Ziza Valadares - que prometeu, irresponsavelmente, glórias e títulos em 2008 - e ao péssimo nível técnico do elenco.
Lembro mais uma vez que a Paz deve ser convocada. Protestar é legítimo, mas sem qualquer tom de violência!
Adicione este site aos Favoritos
@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
Acesse o blog também pelo www.girandoabola.com.br
@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
Ao se distanciar da vitória pela sexta vez seguida no Campeonato Brasileiro, o Atlético se aproximou ainda mais da zona do desastre. Um gol do vascaíno Luizão, em São Januário, aos 46 minutos do segundo tempo, impediu que o Galo pisasse na sexta-feira entre os quatro últimos da tabela, o que aconteceria, caso o Goiás tivesse segurado a vantagem no Rio de Janeiro.
Mesmo com a derrota para o Internacional, por 1 a 0, em Porto Alegre, a equipe de Alexandre Gallo se manteve na 16ª colocação, mas viu a distância para o grupo dos degolados diminuir para tênue e alarmante um ponto.
Após 12 rodadas (31,57% do longo Brasileirão já foi percorrido), o time alvinegro venceu apenas duas vezes - são seis empates e quatro derrotas - e continua a jejuar nos compromissos fora de seu terreiro.
Na última quarta-feira, escrevi sobre a situação do Atlético (clique e leia) em seu ano mais importante. Portanto, não vou me alongar.
Trago apenas alguns números, que podem (e devem) servir de alerta para quem manda no clube:
- Em 2005, ao escrever sua página mais vergonhosa, o time foi rebaixado para a Segundona com 37% de aproveitamento na Série A. Hoje, ele tem 33%.
- Na 12ª rodada de 2005, o Galo também somava apenas dois triunfos (além de dois empates e oito derrotas). É certo que o time já tinha perdido o dobro de partidas que perdeu na atual edição do torneio. Mas também se faz necessário dizer que naquela época o vexame da Série B colocava suas garras sobre quatro das 22 equipes. Agora, ele engole os mesmos quatro, mas dentre 20 agremiações.
“Ainda há muito campeonato pela frente”, é o que muitos dirão!
Há três anos, a estrada também era longa e reservou destino cruel para quem insistiu em desrespeitar as sinalizações de perigo!
PROTESTO DA TORCIDA
Insatisfeitos com a pífia temporada que o Galo faz em seu centenário, muitos torcedores prometem protestar no domingo, quando a equipe encara o Coritiba, no Mineirão. No movimento, que ganhou o nome de ‘Público zero’ e surgiu na comunidade oficial da torcida preta e branca no Orkut, boa parte dos alvinegros promete ir ao estádio, mas ficar do lado de fora, em repúdio à situação do clube e à administração de Ziza Valadares.
Aproveito a oportunidade para lembrar que um integrante é extremamente necessário nesse ato: a PAZ!
Qualquer violência deve ser repudiada e jamais será caminho de transformação.
Adicione este site aos Favoritos
@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@
Acesse o blog também pelo www.girandoabola.com.br
@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@