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    <category>MyPage - Eu Não Tenho Nome</category>
    <description>Dad - <a href=http://stat.correioweb.com.br/blogs/perfildad2.pdf target=_blank>Leia a biografia</a></description>
    <copyright>UAI - Nenhum outro é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
    <title>MyPage - Dad</title>
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        <link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad</link>
        <title>MyPage - Dad</title>
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    <language>pt-br</language>
    <link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad</link>

	
	
	    <item>
		    <title><![CDATA[Fale Certo, Dad, campus, bônus]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
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			Duração: 00:01:13.2<br />
			Descrição: Fale Certo, Dad, campus, bônus
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Fale certo]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
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			<description><![CDATA[
			Duração: 00:01:03.7<br />
			Descrição: Fale certo
			]]></description>
		</item>
	
	
	
	
	    <item>
		    <title><![CDATA[Maria Quarqué]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
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			<description><![CDATA[
			Duração: 00:01:27.5<br />
			Descrição: Maria Quarqué			
			]]></description>
		</item>
  	
	
	    <item>
		    <title><![CDATA[Dicas para concursos]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
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			<description><![CDATA[
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		    <P align=center><EMBED src=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/flvplayer.swf width=320 height=240 type=application/x-shockwave-flash flashvars="file=http://www.correiobraziliense.com.br/videos/dad_28_08.flv&amp;autostart=false&amp;width=320&amp;height=240" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Erramos]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
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			<description><![CDATA[
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		    <FONT face="TheAntiqua,Times New Roman">
<P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>"As crônicas foram interpretadas pelo o ator e diretor Jones Schneider", escrevemos na pág. 50. O <I>o</I> sobra, não? O pequenino já aparece no <I>pelo</I>. O dissílabo é fruto da combinação da preposição <I>per</I> com o artigo <I>o</I>. A dose dupla tem nome — desperdício. </FONT></P></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Verbo ensaboado]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
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			<description><![CDATA[
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		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/2802f5299e16dc1cd3f94b05fafc48d3.jpg"></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Você viu? O tropeço está na pág. C3 da <EM>Folha de S.Paulo</EM>. Leitores viram e sentiram mal-estar. "Adequa existe?", perguntam. Não. Adequar só se conjuga nas formas em que a sílaba tônica cai fora do radical (adeq). O presente do indicativo tem apenas duas pessoas (adequamos, adequais). Por não ter a 1ª pessoa do singular do presente do indicativo, não se flexiona no presente do subjuntivo e no imperativo negativo. Do imperativo afirmativo só tem a 2ª pessoa do plural (adequai). </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os demais tempos e modos são regulares:adeqüei, adequaste, adequou, adequamos, adequastes, adequaram; adequava, adequavas, adequava, adequávamos, adequáveis, adequavam; adequarei; adequaria; adequasse; dequando; adequado. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Dica: no sufoco, troque seis por meia dúzia. Apele para o troca-troca. Em vez do ensaboado adequar, que tal o sequinho adaptar?</FONT> </P>
<DIV><SPAN class=687133918-28082008></SPAN>&nbsp;</DIV>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Você sabia?]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <FONT face=Arial>
<P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Na língua dos índios, Roraima quer dizer terra do grande vento. Bonito, não?</FONT></P></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[De índios e brancos]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <FONT face=Arial>
<P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>De um lado, os índios de Roraima. Eles querem manter as terras contínuas. De outro, os brancos que lutam para formar ilhas na reserva. No meio, o Supremo Tribunal Federal. Suas Excelências vão dizer quem tem razão. Ontem, houve a primeira sessão de julgamento. O relator deu ganho de causa aos peles-vermelhas. O segundo juiz vacilou. Pediu vistas. Traduzido, o juridiquês quer dizer: quero examinar o voto do relator pra decidir se o apóio ou não.</FONT></P></FONT><B><FONT face=Arial>
<P>&nbsp;</P></B></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Falou e disse]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/2b60776ccb77704ed928a96fee0f70c2.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>"Falar é sinônimo de dizer?", pergunta&nbsp;o atento observador da charge publicada na capa de <EM>O Globo</EM>. "Se fosse", continua, "a expressão falou e disse não teria sentido". Quando usar um e outro?</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN class=843323417-28082008>Primeira dica: falar não equivale a dizer, afirmar, declarar. Mas a&nbsp;expressar-se por meio de palavras: <EM>Ele fala várias línguas. Falou com o prefeito. Não falará no assunto. O apelo da criança fala ao coração.</EM></SPAN></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN class=843323417-28082008><EM></EM></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN class=843323417-28082008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN class=843323417-28082008>Segunda dica: na dúvida, substitua o falar pelo dizer. Se der certo, o lugar é do verbo dizer, não falar. Mude logo: <EM>Ministro fala (diz) na TV que o real deu certo. O professor falou (disse) que vai haver aula. Quem falou (disse) isso?</EM></SPAN></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN class=843323417-28082008><EM></EM></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN class=843323417-28082008><EM></EM></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN class=843323417-28082008>Terceria dica: o falar tem arrepios quando acompanhado da conjunção <STRONG>que</STRONG>, sabia? Eles são inimigos inconciliáveis. Na presença do <STRONG>falar que</STRONG>, não duvide. Você está diante de um usurpador. Ele fala, fala e não diz nada. Devolva o posto ao dizer: Eu disse que já tinha visto esse filme.</SPAN></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN class=843323417-28082008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN class=843323417-28082008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN class=843323417-28082008>Viu? Dizer fala e diz.</SPAN></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN class=843323417-28082008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><SPAN class=843323417-28082008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Fale Certo - Hífen e maus-tratos]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Tiro na língua]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/ef6491e56ae88aeb047c66cab1fe3d05.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Ops!", exclamou o Felipe.&nbsp;"Presidencial com acento? E ali,&nbsp;no caminho de dois palácios, o Alvorada e o Jaburu?"&nbsp;Das duas, uma:&nbsp;ou as autoridades são cegas, ou não estão nem aí pra língua. Será?</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Erramos]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <FONT face="Utopia,Times New Roman">
<P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>"Na tarde de ontem, homens do Corpo de Bombeiros estiveram no zoológico para levantá-la com um guindaste de modo que ela possa receber o tratamento", escrevemos na pág. 31. Viu? Faltou a correlação verbal. "Estiveram" está no passado; "possa", no presente. Melhor juntar lé com lé, cré com cré: <I>Na tarde de ontem, homens do Corpo de Bombeiros <B>estiveram</B> no zoológico para levantá-la com um guindaste de modo que ela <B>pudesse</B> receber o tratamento.</P></I></FONT></FONT></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Os agrados]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O verbo agradar pede a preposição a? Alguns jornais escrevem "</FONT></FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>agradou aos&nbsp;eleitores". Outros, "agradou os eleitores". E daí? Ambas as regências estão<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>corretas. Mas o agradar tem preferências:</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>No sentido de fazer carinhos, afagar, acari</FONT></FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>ciar, o bajulador prefere o contato direto. Dispensa o intermediário a: <EM>A mãe agrada </EM></FONT></FONT></SPAN><EM><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>o bebê para ele parar de chorar. O namorado agrada a namorada. O pai agradou </FONT></FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>o filho antes de mandá-lo pra cama.</FONT></FONT></SPAN></EM></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Na acepção de satis azer, contentar, ele gosta de distância. Chama a preposição a para fazer as vezes de ponte: <EM>O programa eleitoral&nbsp;agradou aos eleitores. Lula</EM></FONT></FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM> gosta de agradar a gregos e troianos.<o:p></o:p></EM></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Como é?]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>As igrejas evangélicas dão liberdade de ir e vir às mulheres. Elas podem exercer as funções de bispo. Aí, ganham nome sofisticado. Viram episcopisas.<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[A melhor]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p></o:p></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A consulta é do Marcelo Torres. Ele tem três frases. Quer escolher<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>a melhor. Qual será?</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>a.A partir de agora, sua pele é uma preocupação nossa.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>b.A partir de agora, sua pele é preocupação nossa.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>c. A partir de agora, sua pele será uma preocupação nossa.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2></FONT></FONT></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A frase&nbsp;b é a melhor, não? O artigo indefinido fica fora. Sem ele,<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>o texto ganha duas qualidades.</FONT></FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Uma: fica mais curto e mais leve.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A outra: torna o substantivo definido, mais </FONT></FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>afirmativo.</FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; LAYOUT-GRID-MODE: line; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US"><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Lucinha quer saber]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Colírio para os olhos é redundância?", pergunta a Lucinha, assídua visitante do blog. Esse colírio parece irmãozinho do sorriso nos lábios.&nbsp;O colírio é sempre para os olhos, não? E o sorriso é função dos lábios. "Para os olhos" e "nos lábios" sobram. Xô!</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Palavra de chinês]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Dois oradores não valem um bom ouvinte."</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[No ar, o programa eleitoral]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P>&nbsp;<BR></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>As Olimpíadas acabaram. É hora de prestar atenção às eleições. O Distrito Federal, que não tem prefeito nem vereador, está fora da campanha. As demais unidades da Federação têm de conviver com discursos, promessas, santinhos &amp; cia. pra lá de conhecida. É isso mesmo. O senhor chavão pede passagem. <BR>Na origem, o dissílabo significava chave grande ou molde de metal. Servia para imprimir adornos em bolos ou marcar o gado. Tem a ver com repetição. Num sentido amplo, é o que se faz, se diz ou se escreve por costume — como tirado de&nbsp; um molde. Eta chatura!&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Quer lugar mais comum que sorriso de candidato? E o discurso? Tem três marcas. Uma: recorre a palavras mágicas. Bate na tecla do emprego, da educação, da saúde, da segurança. Outra: destaca uma só preocupação — o povo. A última: revela super-homens. Todos são capazes de resolver todos os problemas. Como? Com boas intenções e o voto dos crédulos.<BR>&nbsp;<BR></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Seis por meia dúzia</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;Programa eleitoral tem um montão de defeitos. É chato, repetitivo e mentiroso. Mas tem qualidades. Uma delas: amplia nossa cultura. O maior lucro fica com a lingüística. Não pela variação vocabular, nem pelo respeito à sintaxe e à prosódia. Mas pela sofisticação dos termos. Palavras gregas e latinas jogam luz na fala dos candidatos, iluminam-lhes as idéias, denunciam quem é quem.&nbsp;</FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P><BR>&nbsp;A tautologia sobressai. Na boca do povo, a polissílaba sofisticada ganhou tradução em bom português: trocar seis por meia dúzia. Raciocínio circular, fala sem dizer. Parece cachorro correndo atrás do rabo. O bicho roda em tal velocidade que deixa a impressão de que vai tirar a mãe da forca. Mas não sai do lugar. É o caso do requerimento que requer, do diretor que dirige, do gerente que gerencia. </P>
<P><BR>&nbsp;Nossos candidatos esbanjam tautologias a torto e a direito. Matam a fome com comida, a sede com água, a escuridão com eletricidade. Diminuem o desemprego com emprego, a falta de vagas com vagas, a desonestidade com honestidade. Aumentam a oferta de transporte com mais ônibus e vans. Acabam os projetos inacabados com a conclusão das obras. Quer mais? Deixe o hedonismo pra lá. Gaste uns minutinhos diante da telinha.&nbsp;<BR>&nbsp;<BR>&nbsp;<BR>&nbsp;<BR>&nbsp;<BR>&nbsp;<BR></P></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Resposta ao Teste 5]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Qual das frases respeita o paralelismo?</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>a. Seja na segunda ou na quarta, o teste será aplicado.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>b. Seja na segunda, seja na quarta, o teste será aplicado.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Marcou a letra b? Viva! Na língua existem casais. É o caso de seja...seja, ora...ora, ou...ou, já...já. Eles são inseparáveis. Misturar os parezinhos? Valha-nos, Deus! O Senhor castiga.</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Resposta ao Teste 4]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Merece nota mil a locução:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>a.&nbsp;À medida que avança na dieta, Maria perde peso, pratica mais espotes e se alimenta com moderação.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>b.&nbsp;À medida em que avança na dieta, Maria perde peso, pratica mais espotes e se alimenta com moderação.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=2>Escolheu a letra a? Acertou. Existem duas expressões pra lá de parecidas, mas de significados diferentes. Ei-las:</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>À medida que</EM> significa <EM>à proporção que: À medida que avança na dieta, Maria perde peso, pratica mais esportes e se alimenta com moderação</EM>.</FONT></FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Na medida em que</EM> quer dizer <EM>tendo em vista</EM>: <EM>A China abocanhou o maior número de medalhas de ouro na medida em que preparou os atletas durante 10 anos.</EM></FONT></FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Resposta ao Teste 3]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Malu gosta de se maquiar. Bases, rímeis, sombras, batons só melhoram a aparência. Mas nem todos que praticam a sofisticada arte de esconder o feio e realçar o bonito têm a mesma desenvoltura com a língua. Muitos dizem, a torto e a direito, as formas "eu maqueio, ele maqueia" etc. e tal. Eles estão certos?<BR></P></FONT>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>a. sim<BR></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">b. não<BR></FONT>&nbsp;<BR></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Não. Maquiar joga no time de miar e premiar. Os três se conjugam do mesmo jeitinho: <EM>eu mio, premio, maquio; ele mia, premia, maquia; nós miamos, premiamos, maquiamos; eles miam, premiam, maquiam</EM>.</P></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Resposta ao Teste 2]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=2>A campanha eleitoral está nas ruas e no ar. Preste atenção aos discursos. Nove entre 10 candidatos têm especial apreço por locuções conjuntivas. Dizem a torto e a direito "de formas que", de "maneiras que". Os ouvidos dos eleitores reclamam. Os loucos por excelência não estão nem aí. Se eles respeitassem a saúde auditiva do povo, diriam:<BR></P></FONT>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana size=2>a. de formas que, de maneira que<BR></P></FONT>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>b. de forma que, de maneira que<BR></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM></EM></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>De forma que</EM> e <EM>de maneira que</EM> são locuções conjuntivas. Jogam no time das conjunções. Invariáveis, não aceitam o plural nem com ameaça de morte: <EM>Fez o pronunciamento de maneira que agradasse aos ouvintes. Preencheu a ficha de modo que não deixasse margem a dupla interpretação.&nbsp; </EM><BR></P></FONT></FONT>
<P><FONT size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</P></FONT></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Resposta ao Teste 1]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Eleito ou elegido? Depende. Marque a resposta certinha da silva:</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>a. O brasileiro tem elegido bons políticos?</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>b. O brasileiro tem eleito bons políticos?</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Escolheu a letra a? Acertou. Com os auxiliares ter e haver, <EM>elegido</EM> pede passagem. Com ser e estar, <EM>eleito</EM>: <EM>Lula foi eleito duas vezes.&nbsp;Obama não está eleito. O povo havia elegido Lula no primeiro turno. O povo tem elegido bons políticos?</EM>&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Fale Certo - Verbo competir]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P align=center><EMBED src=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/flvplayer.swf width=320 height=240 type=application/x-shockwave-flash flashvars="file=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user/18/18971/41e4fe8f62fe6a55feb5d394a82e05ab.flv&amp;autostart=false&amp;width=320&amp;height=240&amp;image=http://www.eunaotenhonome.com.br/videothumb?tv_vid_id=23994" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Quintiliano disse]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>"Prefiro perder um bom amigo a perder um dito."<BR></FONT>&nbsp;</P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Teste 5]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Qual das frases respeita o paralelismo?</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>a. Seja na segunda ou na quarta, o teste será aplicado.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>b. Seja na segunda, seja na quarta, o teste será aplicado.</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Teste 4]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Merece nota mil a locução:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>a.&nbsp;À medida que avança na dieta, Maria perde peso, pratica mais espotes e se alimenta com moderação.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>b.&nbsp;À medida em que avança na dieta, Maria perde peso, pratica mais espotes e se alimenta com moderação.</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Teste 3]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P>&nbsp;<BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Malu gosta de se maquiar. Bases, rímeis, sombras, batons só melhoram a aparência. Mas nem todos que praticam a sofisticada arte de esconder o feio e realçar o bonito têm a mesma desenvoltura com a língua. Muitos dizem, a torto e a direito, as formas "eu maqueio, ele maqueia" etc. e tal. Eles estão certos?<BR></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>a. sim<BR></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>b. não<BR>&nbsp;<BR></P></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Teste 2]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><BR>&nbsp;<BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A campanha eleitoral está nas ruas e no ar. Preste atenção aos discursos. Nove entre 10 candidatos têm especial apreço por locuções conjuntivas. Dizem a torto e a direito "de formas que", de "maneiras que". Os ouvidos dos eleitores reclamam. Os loucos por excelência não estão nem aí. Se eles respeitassem a saúde auditiva do povo, diriam:<BR></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>a. de formas que, de maneira que<BR></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>b. de forma que, de maneira que<BR></FONT>&nbsp;<BR></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Teste 1]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P><BR>&nbsp;<BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Eleito ou elegido? Depende. Marque a resposta certinha da silva:<BR>a. O brasileiro tem elegido bons políticos?&nbsp; <BR>b. O brasileiro tem eleito bons políticos?&nbsp; </FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[O verbo dadivoso]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Verbo, o senhor da fala <BR>68 – dar<BR></P></STRONG></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P><BR>'Dá um dinheirinho', suplica o garoto no sinal. 'Dá um aumento de salário, vá', pede o empregado ao chefe. 'Dá um tempo', reclama o filho ao pai. 'Dá um jeitinho', insinua o requerente ao funcionário público.</P>
<P>&nbsp;</P>
<P>Não há dúvida. O verbo dar não sai de cartaz. Está na ponta da língua de adultos e crianças. Eles pedem. Esperam ser atendidos. Pra obter êxito, uma condição se impõe. Conjugar o dadivoso como manda o figurino. Você sabe fazê-lo? Antes de responder, faça o teste. Marque a frase que merece nota mil:</P>
<P></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>a. Talvez eles dêem um jeito de sair mais cedo.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><BR>b. Talvez eles dêm um jeito de sair mais cedo.<BR>&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>E daí?</STRONG></FONT></P>
<P><STRONG><FONT face=Verdana></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Escolheu a letra a? Acertou em cheio. Dar joga no time dos verbos dose dupla. Lembra-se deles? São os que, na 3ª pessoa do singular, terminam em ê. Na 3ª do plural, dobram o e e mantêm o chapéu: <EM>ele lê, eles lêem; ele vê, eles vêem; ele crê, eles crêem; ele dê, eles dêem.</EM></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Dobrar o <STRONG>e </STRONG>não é a única manha do monossílabo usado a torto e a direito. Ele tem outras. Olho vivo.</FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P><BR>&nbsp;<BR><STRONG>INDICATIVO</STRONG></P>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;</P>
<P>Presente: eu dou, tu dás, ele dá, nós damos, vós dais, eles dão</P>
<P><BR>Pretérito imperfeito: eu dava, tu davas, ele dava, nós dávamos, vós dáveis, eles davam</P>
<P><BR>Pretérito perfeito: eu dei, tu deste, ele deu, nós demos, vós destes, eles deram</P>
<P><BR>Pretérito mais que perfeito: eu dera, tu deras, ele dera, nós déramos, vós déreis, eles deram</P>
<P><BR>Futuro do presente: eu darei, tu darás, ele dará, nós daremos, vós dareis, eles darão</P>
<P><BR>Futuro do pretérito: eu daria, tu darias, ele daria, nós daríamos, vós daríeis, eles dariam</P>
<P><BR>&nbsp;<STRONG>SUBJUNTIVO</STRONG></P>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;</P>
<P>Presente: (que…) eu dê, tu dês, ele dê, nós demos, vós deis, eles dêem</P>
<P><BR>Imperfeito: (se…) eu desse, tu desses, ele desse, nós déssemos, vós désseis, eles dessem</P>
<P><BR>Futuro: (quando…) eu der, tu deres, ele der, nós dermos, vós derdes, eles derem<BR>&nbsp;<BR></P>
<P><STRONG>FORMAS NOMINAIS</STRONG></P>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;</P>
<P>Infinitivo: dar</P>
<P><BR>Gerúndio: dando</P>
<P><BR>Particípio: dado</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>É isso.<BR>&nbsp;<BR></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG><FONT size=3>Mãos à obra: </FONT></STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG><FONT size=3></FONT></STRONG></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Está pra lá de certa a frase:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>a. Quem dá aos pobres empresta a Deus.</FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P><BR>b. Quem dar ao pobre empresta a Deus.</P>
<P><BR>***</P>
<P><BR>A resposta? Na próxima coluna. Até lá.</P>
<P></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>***</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><BR>Na semana passada, você assinalou opção certinha da silva. É ela:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>a. Talvez muitos prédios ainda ruam na zona do conflito.</FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P>b. Gostaria que nenhum prédio ruísse na zona do conflito.</P>
<P><BR>Escolheu a letra b? Viva! </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P>(Coluna publicada no suplemento <EM>Gabarito</EM>, que circula às segundas-feiras no <EM>Correio</EM> <EM>Braziliense</EM>)<BR></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Umberto Eco explicou]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Escrevi porque meus filhos cresceram e eu não sabia mais pra quem contar histórias."</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Curto e fácil]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Na língua vigora a lei do menor esforço. Em outras palavras: na comunicação do dia-a-dia, a preguiça fala mais alto. A regra vale para os numerais. Os locutores de rádio e TV quase apagaram os ordinais do vocabulário. Em vez deles, empregam os cardinais. Nas Olimpíadas, não dizem que determinado atleta é o décimo quinto do ranking. Preferem "é o número 15". No noticiário da guerra, não dá outra: "Aliados abrem caminho para a Brigada Aerotransportada número 173".</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Explica-se a morte prematura dos ordinais. Se a emissora dissesse "o décimo quinto" ou "a centésima septuagésima terceira brigada", enfrentaria dois problemas. Um: perda de preciosos segundos da programação. A outra: risco de não ser entendida. Como a língua é um conjunto de possibilidades, rádios e TVs mostraram que sabem das coisas. Escolhem a forma que mais lhes convém — a mais fácil e mais curta. Palmas pra elas.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Mas a maioria dos mortais trabalha em escritórios, escolas, serviço público. Volta e meia, tem de escrever cartas, relatórios, e-mails. Tem, também, de falar nos ordinais. Aí, só há uma saída: desvendar o mistério dos danadinhos. Mãos à obra.</FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P><BR>&nbsp;<BR><STRONG><FONT size=3>Olha a cara deles</FONT></STRONG></P>
<P><STRONG><FONT size=3></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P>Lembra-se dos ordinais de um a um milhão? Sim? Então pule esta nota. Não? Dê uma espiadinha na lista. Mas vá por etapas.</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG>De um a nove</STRONG>: um (primeiro), dois (segundo), três (terceiro), quatro (quarto), cinco (quinto), seis (sexto), sete (sétimo), oito (oitavo), nove (nono). <BR></P>
<P><STRONG>De dez a cem</STRONG>: 10 (décimo), 20 (vigésimo), 30 (trigésimo), 40 (quadragésimo), 50 (qüinquagésimo), 60 (sexagésimo), 70 (septuagésimo), 80 (octogésimo), 90 (nonagésimo), cem (centésimo). </P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG>De 200 a mil</STRONG>: (ducentésimo), 300 (trecentésimo), 400 (quadringentésimo), 500 (qüingentésimo), 600 (seiscentésimo ou sexcentésimo), 700 (septingentésimo), 800 (octingentésimo), 900 (nongentésimo), 1.000 (milésimo). </P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG>De 10 mil a 1 bilhão</STRONG>: 10 mil (dez milésimos), 100 mil (cem milésimos), 1 milhão (milionésimo), 1 bilhão (bilionésimo). Ufa!</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG><FONT size=3>Exageros</FONT></STRONG></P>
<P><STRONG><FONT size=3></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P>Os ordinais têm uma marca. Cultivam a mania de grandeza. Ao escrevê-los, todos os algarismos ganham forma ordinal: 123º (centésimo vigésimo terceiro), 1512º (milésimo qüingentésimo décimo segundo), 454º (quadringentésimo qüinquagésimo quarto).</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG><FONT size=3>Alergias</FONT></STRONG></P>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;</P>
<P>Os donos da ordem sofrem de mal incurável. São alérgicos ao hífen. Pra lá de sensíveis, não aceitam o tracinho nem em troca de jóia da H. Stern: décimo primeiro, octogésimo nono, ducentésimo trigésimo oitavo.</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG><FONT size=3>Dependentes</FONT></STRONG></P>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;</P>
<P>Os locutores se safam do ordinal porque lhe trocam o lugar. Ao dizerem "Joca é o número 15", o quinze vem depois do substantivo número. Aí, não há erro. Quando o numeral vem depois do substantivo, o cardinal ganha o trono: <EM>O assento dele é o (número) 225.</EM></P>
<P><BR>Se vem na frente, só o ordinal tem vez: <EM>décimo século, terceiro ato, sexto canto, vigésimo século, décimo primeiro capítulo, décimo quinto tomo</EM>.</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG><FONT size=3>Privilegiados</FONT></STRONG></P>
<P><STRONG><FONT size=3></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P>Na língua como na vida, alguns são mais iguais perante a lei. Na designação de papas e soberanos, bem como na de séculos e partes em que se divide uma obra, usam-se os ordinais até décimo. Daí por diante, o cardinal pinta glorioso: <EM>Gregório VII (sétimo), século X (décimo), ato II (segundo), canto VI (sexto), João XXIII (vinte e três), Luís XIV (quatorze), capítulo XI (onze).</EM></P>
<P><BR>Olho vivo! Na numeração de artigos de leis, decretos e portarias, há uma diferença. Usa-se o ordinal até nove e o cardinal de 10 em diante: <EM>artigo 1º, artigo 9º, artigo 10, artigo 41.</EM></P>
<P><EM></EM>&nbsp;</P>
<P><STRONG><FONT size=3>O primeirão</FONT></STRONG></P>
<P><STRONG><FONT size=3></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P>Dia da mentira? É primeiro de abril. Em que data se comemora o Dia do Trabalho? Primeiro de maio. É isso. Nas referências aos dias do mês, o primeirão é ordinal. Os demais, cardinais (24 de agosto).</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Esta é do Noel Rosa]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>"Tudo aquilo que malandro pronuncia com voz macia é brasileiro, já passou de português."</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Inimigos da harmonia]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Além da colocação e da monotonia, a harmonia tem dois grandes inimigos. Um deles é o eco. A rima, qualidade da poesia, é defeito da prosa. Releia seus textos, de preferência em voz alta, para verificar se ocorre repetição de sons iguais ou semelhantes: <EM>Mais confusão e provocação no Maranhão. O Plano Real acabou com a inflação inercial. O rigor do calor de Salvador lhe causava maior pavor.<BR></EM></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Outro é a cacofonia. Às vezes, a última sílaba de uma palavra se junta à primeira de outra e forma novo vocábulo. O intruso constitui pedra no caminho dos leitores. Mostre-lhe a porta da rua: <EM>por cada; uma mão; por razões, boca dela, por tal, por tais, por tão.<BR></EM></FONT>&nbsp;</P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Das Arábias]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>"Quem dá mais?", provoca o leiloeiro. Um dá um lance. O outro </FONT><FONT size=2>joga o preço mais pro alto. Nova provocação. Novas ousadias. A Clarice Marcondes, de João Pessoa, não perde um leilão. Assiste a todos. Vibra com a emoção da platéia. Outro dia, bateu a dúvida. Quem deu nome a esse jeito criativo de vender?</FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Foram os árabes. A palavra veio da língua de Maomé. Alã.lãm significava estandarte, aviso, tabuleta. Os primeiros leilões foram de escravos. Na Antigüidade, </FONT><FONT size=2>os exércitos vitoriosos levavam os derrotados para serem utilizados como mão-de-obra gratuita. Em Atenas, dois produtos eram disputadíssimos. Um, o escravo instruído. Ele servia de professor da meninada. O outro, as mulheres jovens e bonitas. </FONT></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Quem valia mais? As belas, claro.&nbsp;<BR></FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Conselho de George Orwell]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Nunca use termo cinentífico ou jargão se conseguir pensar numa palavra do dia-a-dia."</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Candidato prefeito ou prefeito candidato?]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Gilberto Kassab é prefeito de São Paulo. Louco pelo poder, quer se manter à frente da maior cidade da América do Sul. O jeito? É disputar o voto do eleitor. Ele foi à luta. Vale, pois, a questão.&nbsp;Kassab é prefeito candidato ou candidato prefeito? Parece jogo de palavras. Mas não é. Questão semelhante quebrou a cabeça dos brasileiros no século passado. Em <EM>Memórias póstulas de Brás Cubas</EM>, Machado de Assis escreveu: "Não sou um autor defunto, mas um defunto autor".</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Ao afirmar "não sou um autor defunto", Machado se disse diferente dos demais escritores. Camões, José de alencar, Clarice Lispector, Nélson Rodrigues escreveram em vida. Morreram depois de publicar os livros. São autores defuntos. Brás Cubas fez uma mágica. Escreveu as memórias depois de morto. Foi defunto que virou autor.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>E Kassab? É prefeito candidato. Em outras palavras</FONT>: prefeito que tornou candidato.</P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[O lugar do ponto]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P>&nbsp;<BR>&nbsp;&nbsp;<FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp; Fora ou dentro das aspas? A gente nunca tem certeza do lugar certo do ponto. Na dúvida, chuta. Aí, não dá outra. A lei de Murphy dá as caras. O que tem que dar errado, dá. E daí? Só há uma saída - aprender. Guarde isto:</FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P><BR>&nbsp;<BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp; a. Se o período começa com aspas, o ponto faz parte dele. Vai dentro:<BR>&nbsp;<EM>"A gramática precisa apanhar todos os dias para saber quem é que manda." Essa é a opinião de Luiz Fernando Veríssimo.<BR>&nbsp;<BR></EM>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</P>
<P>&nbsp;&nbsp; &nbsp;b. Se as aspas não iniciarem o período, o ponto é intruso. Fica de fora:<BR><EM>Fernando Pessoa escreveu este verso: "Tudo vale a pena se a alma não é pequena".<BR></EM>&nbsp;<BR>&nbsp;<BR></FONT>&nbsp;<BR></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Dois-pontos]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <FONT face=Verdana>
<P><BR><FONT size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Depois de dois-pontos a gente usa letra maiúscula ou minúscula?" Se você respondeu depende, acertou.&nbsp;Manda o que vem depois. Se for explicação ou enumeração,&nbsp;é minúscula: <EM>A questão era esta: nada a fazer. Na feira, selecionou as frutas: banana, laranja, pêra, maçã, uva e abacaxi.</EM></FONT></FONT></P>
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P><BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Se for citação ou frase de alguém, a maiúscula pede passagem:&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Fernando Pessoa escreveu: "Navegar é preciso. Viver não é preciso".<BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></EM></P>
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT></EM></P>
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O diretor foi curto e grosso:<BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></EM></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>&nbsp;&nbsp; - Retire-se!<BR>&nbsp;<BR></EM>&nbsp;<BR></FONT></FONT></FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[De novo?]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> "Repetir de novo é redundância?'' Depende. Repetir é dizer outra vez. Você repetiu só uma vez? Não use de novo. Mais de uma vez? Ufa! É de novo.<BR>&nbsp;<BR></FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Depende da hora]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <B><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=4>
<P></B>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Carlos Alessandro é argentino. Estudou português em Buenos Aires. Chegando ao Rio, foi apanhado de surpresa. "Nas perguntas", diz ele, "escuto um quê a mais. Parece-me estranho. O intruso não sobra?"</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Sim e não. Na língua coloquial, a que Monteiro Lobato disse andar de mangas de camisa, bermuda e chinelos, não. Na língua formal, escrita por juízes, administradores públicos, documentos legislativos, sim: <EM>De quem (que) você gosta mais? Quando (que) você vai viajar? Como (que) você fez isso? O que (que) você quer?</EM></FONT></P>
<P><EM><FONT face=Verdana size=2></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Deu pra perceber? Na hora do terno e gravata, dispense o quezinho. No momento da descontratação, do chopinho, do bate-papo sem compromisso, ele pode freqüentar a roda. É bem-vindo.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Pope ensina]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>"Nas palavras e nas modas. observe a mesma regra: sendo novas e antigas demais, são igualmente grotescas."</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Malformação e má-formação]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <FONT face="Centennial,Times New Roman" size=4>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os médicos não se entendem. Na acepção de anomalia, deformidade, defeito na formação congênita de órgãos, alguns falam em malformação. Outros, má-formação. E daí?</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os dicionaristas também não chegam a um acordo. O <EM>Aurélio</EM> e o <EM>Houaiss</EM> consideram as formas sinônimas. Segundo ele, pode-se usar uma ou outra sem susto. O <EM>Caldas Aulete</EM> fica com malformação. Má-formação "é artificial", diz ele.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>"E nós?", perguntam os doutores. "Como ficamos?" Com uma ou outra. Ambas as formas são abençoadas pelos dicionários. É só escolher.</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Erramos]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <DIV><FONT face=Arial><FONT face="Utopia,Times New Roman">
<P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>"Representantes do conselho de preservação denunciam à Unesco alterações no plano urbanístico de Lúcio Costa. Brasília, porém, ainda permanece fora da lista negra da instituição", escrevemos na pág. 28. Viu o desperdício? <I>Ainda</I> indica continuidade. <I>Permanece</I> também. Juntas, as duas palavras representam enorme desperdício. Melhor economizar. Fiquemos com uma ou outra: <I>Brasília, porém, permanece fora da lista negra da instituição. Brasília, porém, ainda está fora da lista negra da instituição</I>.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><SPAN class=078271221-22082008><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>PS: Lista negra reforça preconceito. Que tal lista suja?</FONT></SPAN></P></FONT></FONT></DIV>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Modismo]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>A coisa começou devagar. Ganhou adeptos. Cresceu. Como água morro abaixo e fogo morro acima, virou praga.&nbsp;A preposição <EM>em</EM> usurpou o lugar da companheira <EM>de</EM>. É um tal de blusa em seda pra lá, estátua em mármore pra lá, jóia em outro pracolá que se tem a impressão de que <EM>de</EM> morreu sem&nbsp;deixar herdeiros. Falso. Pra indicar o material de que alguma coisa é feita, só o <EM>de</EM> tem vez:&nbsp;<EM>vestido de seda, estátua de mármore, móvel de cedro, chapéu de palha, terno de linho.</EM></FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Time invariável]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A campanha eleitoral está nas ruas e no ar. Preste atenção aos discursos. Nove entre 10 candidatos têm especial apreço por locuções conjuntivas. Dizem a torto e a direito "de formas que", de "maneiras que". Os ouvidos dos eleitores reclamam. Os&nbsp;loucos por excelência não estão nem aí.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os trios são locuções conjuntivas. Jogam no time das conjunções. Invariáveis, não aceitam o plural nem com ameaça de morte: <EM>Fez o pronunciamento de maneira que agradasse aos ouvintes. Preencheu a ficha de modo que não deixasse margem a dupla interpretação</EM>.&nbsp;&nbsp;</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Cada um entende o que quer]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <FONT face="Centennial,Times New Roman">
<P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Duas peruas se encontram. Uma olha pra outra. Num átimo, comparam-se. A mais escolada toma a frente. Comenta:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&shy;-- Querida! Que blusa mais linda!</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>--&shy; É lã especial. Foram necessárias oito ovelhas para confeccioná-la.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&shy; </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>-- Que chique! Nem sabia que já tinham ensinado ovelhas a costurar.</FONT></P></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Verbos incompletos]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <FONT face="Utopia,Times New Roman">
<P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Há verbos e verbos. Alguns são muito especiais. Defectivos, têm a marca da preguiça. Não se conjugam em todas as pessoas ou tempos. São, por isso, incompletos.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Por quê? Por muitas razões. Alguns, por eufonia. Não são agradáveis ao ouvido. Soam mal. Eu coloro", do verbo colorir, está nesse grupo. "Eu abolo", de abolir, também. Feios, não?</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Outros perdem guerras. É o caso de falir. Com ele, arma-se a maior confusão. "Eu falo", diz o comerciante que não consegue pagar os credores. Vai contar tudo? Não. Vai falir. Viu? Às vezes não se entende o recado.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Eu falo, ele fale, fale tudo. São formas de falar ou falir? A briga durou muito tempo. Falir perdeu a batalha. No acordo firmado, ficou acertada a separação. Ele só pode ser conjugado nas formas em que não se confunde com falar. Quais?&nbsp;Aquelas</FONT></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2> em que aparece o <B>i </B>depois do<B> l. </B>Se esquecer, lembre-se do infinitivo — fal<B>i</B>r.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>No presente do indicativo, salvaram-se duas pessoas (nós falimos, vós falis). O passado escapou ileso (eu fali, ele faliu, nós falimos, eles faliram; eu falia, ele falia, nós falíamos, eles faliam). O futuro também (eu falirei, ele falirá; eu faliria, ele faliria).</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>E o presente do subjuntivo? Está morto e enterrado. Depois do <B>I</B> vem e (que eu fale). Em compensação, os outros tempos vão bem, obrigado: <I>se eu falisse, se ele falisse, se nós falíssemos, se eles falissem; quando eu falir, quando ele falir, quando nós falirmos, quando eles falirem.</P></I></FONT></FONT><B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Dica</FONT></P></B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Na hora do aperto, o que fazer? Seja esperto. As formas inexistentes podem ser supridas. O verbo <I>quebrar </I>e a expressão <I>abrir falência</I> resolvem: <I>Com os juros altos, o comércio quebra (abre falência). Deixe que os incompetentes quebrem (abram falência).</P></I></FONT></FONT>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Ninguém perde uma guerra sozinho. Nem aqui, nem na China, nem na gramática. Com falir, foram derrotados florir, foragir-se, remir. Eles se conjugam do mesmo jeitinho. Só nas formas em que aparece o i.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Dicas para concursos]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P align=center><EMBED src=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/flvplayer.swf width=320 height=240 type=application/x-shockwave-flash allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="file=http://www.correiobraziliense.com.br/videos/dad_21_08.flv&amp;autostart=false&amp;width=320&amp;height=240"> </P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Parecido não é igual]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    &nbsp;<BR>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Dá? Dar? Está? Estar? A pronúncia se parece. Aí, não dá outra. Na hora de escrever, pinta a confusão. A saída? Ligar as antenas. E lembrar os macetes:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>1. Use dar e estar quando o verbo:</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>1.1. forma locução verbal. No caso, vem acompanhado de outro verbo: </FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>1.2. aparece em orações reduzidas de infinitivo. Vem, então, antecedido de&nbsp; preposição: <EM>Trabalha para dar conforto à família. </EM></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>Perdeu o emprego por não dar atenção aos pormenores. Foi reprovado por ficar nervoso durante a prova. </EM></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Nos demais casos, os danadinhos flexionam-se: <EM>Quem dá&nbsp; aos pobres empresta a Deus. Paulo dá bom-dia aos colegas. Daiane está triste. Jade também está. </EM></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;<STRONG>Dica</STRONG>: na dúvida, ponha a frase no passado. O <EM>dá</EM> e o <EM>está</EM> mudam. O <EM>dar</EM> e o <EM>estar</EM> </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>mantêm-se durões: <EM>Não conseguiu dar prioridade ao trabalho. P</EM></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><EM>aulo deu bom-dia aos colegas. Daiane esteve triste. Jade também esteve</EM>.</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Sua Excelência]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P><BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Tratamento de prefeito? É excelência sim, senhor. Ao se dirigir a ele, diga Vossa Excelência. Ao se referir a ele, Sua Excelência.</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Pôr-do-sol]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Brasília tem o mais belo pôr-do-sol do Brasil. Talvez um dos mais belos do mundo. Por isso uma dúvida assalta com freqüência os moradores da capital verde-amarela. O espetáculo exibido tem plural?</FONT> Tem. É pores-do-sol.</P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Olha a distância]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <H5>&nbsp;<BR></H5>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A turma se preparava para o vestibular. Um grupo de dez jovens resolveu estudar um pouco mais que os colegas. Reunia-se todos os domingos na casa de um deles. O objetivo era tirar dúvidas sobre assuntos que pegavam a moçada pelo pé e roubavam preciosos pontinhos na prova. Um deles: a crase.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A dúvida do momento era a palavra distância. Mais precisamente: a locução <EM>a distância</EM>. Com crase ou sem crase? Os estudantes se dividiram. Metade deles votava no acento. A outra metade dispensava o grampinho. E daí?</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A dúvida não é só deles. Metade dos brasileiros faz o joguinho do mamãe-mandou escolher- este-aqui-mas-eu-escolho-<WBR>aquele-ali. Aí, chuta. Às vezes dá certo. Outras vezes, não. O jeito, então, é pegar o boi pelos chifres. Estudar o tema. E deixar as adivinhações mergulharem no asfalto. Xô! </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Você joga no time dos chutadores? Ou no dos que dominam o mistério do acentinho grave? Antes de responder, faça o teste. Leia as frases com cuidado. A que merecer nota mil, ganha um V, de verdadeiro, nos parênteses. Caso contrário, levará um baita F, de falso. Depois, escolha a seqüência certinha da silva:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>( ) Vi Luís e Paulo a distância, quando embarcavam para Salvador.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>( ) Maria foi-se aproximando e, quando estava a distância de mais ou menos 100 metros de casa, tropeçou e caiu.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>( ) O chefe mandou o policial vigiar o suspeito a distância.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>( ) O chefe mandou o policial vigiar o suspeito à distância de 50 metros.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>a. F, F, F, V</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>b.V, F, F,V</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>c. V, V, F, V</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>d. V, F, V, V</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>E daí?</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Escolheu a letra d? Certíssimo. Você domina os mistérios da crase na locução adverbial a distância / à distância. Com seu conhecimento, você garante preciosos pontos no vestibular, em concursos e na vida. Vá em frente. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Preferiu outra letra? Olho vivo! Preste atenção. Deixe a preguiça pra lá e adote os livros. Desvendado o mistério, ficará a certeza.Não há assunto que resista a uma boa estudadinha. Mãos à obra.</FONT></P>
<H5><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B></B></FONT>&nbsp;</H5>
<H5><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><B>O SEGREDO </B></FONT></H5><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;<BR></FONT>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A distância? À distância? As duas formas têm vez. Mas em ocasiões diferentes:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG>À distância</STRONG> pede passagem se a distância for determinada: <EM>Vigie-a discretamente,</EM><EM>à distância de 200 metros.Maria foi-se aproximando e, quando estava à distância de mais ou menos 100 metros de casa, tropeçou e caiu. O chefe mandou o policial vigiar o suspeito à distância de 50 metros.</EM></FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG>A distância</STRONG> se usa quando a distância for vaga, sem determinação: <EM>Vi Luís e Paulo </EM><EM>a distância, quando embarcavam para Salvador. O chefe mandou o policial vigiar o suspeito a distância. A distância, as cores não se distinguem muito bem. Faço um curso de português a distância. </EM></FONT></FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[O contexto fala]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;<BR></FONT>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>João Marcelo perguntou:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>-- O que é contexto? </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O professor respondeu com a história de um marceneiro. Bernardo foi chamado por dona Rosa. Ela estava encucada. A razão: todas as vezes que um ônibus passava pela rua, a porta do armário se abria. Parecia mágica. Para decifrar o enigma, ele se sentou dentro do móvel e fechou a porta. Cinco minutos depois, o marido da Rosinha chegou do trabalho. Abriu o guarda-roupa para pegar uma camisa. Viu a criatura. Trêmulo, Bernardo explicou:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>- Acredite em mim. Estou esperando o ônibus.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O homem não acreditou. Culpa da situação. Ou, se quiser, do contexto.&nbsp;<BR></FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Dose dupla]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <H4><BR>&nbsp;</H4>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>O dar joga no time dos privilegiados. É colega de ver, ler e crer. </FONT><FONT size=2>Eles têm uma marca. Dobram o <EM>e</EM> na 3 ªpessoa do plural. Por quê? Na 3 ªpessoa do singular do presente do indicativo terminam em <EM>ê</EM>:</FONT></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>ele dê - eles dêe m</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>ele lê - eles lêe m</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>ele crê - eles crêem</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>ele vê - eles vêem</FONT></P>
<H4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><B></B></FONT>&nbsp;</H4>
<H4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><B>SEM CONFUSÃO</B></FONT></H4><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;<BR></FONT>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Não confunda ver com vir. Olho vivo na 3ª pessoa do singular:</FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>ele vem - eles vêm</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>ele tem - eles têm</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Precisa-se de leitores]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><BR>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Dad Squarisi // </FONT><A href="mailto:dad.squarisi@@correioweb.com.br"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>dad.squarisi@@correioweb.com.br</FONT></A><BR></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A Bienal do Livro de São Paulo chega à 20ª edição com números que a põem em segundo lugar no ranking mundial. Em tamanho, só perde para a de Frankfurt. São 210 mil títulos expostos, 2,2 milhões de exemplares distribuídos pelo Anhembi e a expectativa de 800 mil visitantes. As cifras podem sugerir aos desavisados que os brasileiros tomam café, almoçam e jantam livros. Os discursos também.</FONT></P>
<P><BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O livro, aliás, é uma das poucas unanimidades nacionais. Governo, professores, advogados, estudantes, políticos, comerciários, bancários, empresários e outros ários só têm elogios às obras que povoam livrarias, bibliotecas, feiras e bienais. Clamam aos quatro ventos as vantagens de debruçar-se sobre elas por dever ou prazer. Apesar do aplauso geral, porém, lê-se pouco. No país de 180 milhões de habitantes, boa parte das edições não passa dos 2 mil exemplares. </FONT></P>
<P><BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O Brasil não é país de leitores. Comprovar o fato dispensa estatísticas. Basta olhar em torno. Diferentemente de nações leitoras, em que o livro acompanha os passageiros em metrôs, ônibus ou aviões, aqui constitui espetáculo raro ver adulto ou criança investir o tempo da locomoção em leitura. Nas praças, nos clubes, nas salas de espera, a cena se repete. Talvez por falta de pressão do público, o ambiente contribui para a falta de hábito. Locais escuros e barulhentos não convidam ao convívio com as letras. Até os hotéis conspiram contra. As luzes de cabeceira, fracas, desestimulam a aventura.</FONT></P>
<P><BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Conclusão: precisa-se de leitores. Eles não se formam pela imposição, mas pela opção. A oferta de bienais e feiras deveria fazer parte do dia-a-dia sobretudo das crianças. Elas têm de usufruir o direito de escolher o texto, pular página, não terminar a leitura, ler uma frase aqui e outra ali, ler em voz alta, reler, não ler. Poucos meninos e meninas têm abundância de obras em casa. Sem escolha, refugiam-se na televisão. É pena. A tevê é uma opção a mais de informação e lazer. Não deve substituir a leitura. Mas conviver com ela. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>(Artigo publicado no <EM>Correio Braziliense</EM></FONT></FONT>)</P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Erramos]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>"Com a unidade relativa do ar cada vez mais baixa, ontem foi a vez do Parque Burle Marx se transformar em alvo de devastação por incêndio", escrevemos na pág. 23. Viu? Esquecemos a idiossincrasia do sujeito. Ele tem alergia à preposição. Diante dele, não ocorre casamento da preposição com artigo ou pronome nem a pedido dos deuses do Olimpo. Melhor separar o que não deve ser unido: Com a unidade relativa do ar cada vez mais baixa, ontem foi a vez de o Parque Burle Marx se transformar em alvo de devastação por incêndio.</FONT> </P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Fale Certo - Oxítonas e a Petrobras]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P align=center><EMBED src=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/flvplayer.swf width=320 height=240 type=application/x-shockwave-flash flashvars="file=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user/18/18971/2e40d8d2f79174d7e6bcee959eabc994.flv&amp;autostart=false&amp;width=320&amp;height=240&amp;image=http://www.eunaotenhonome.com.br/videothumb?tv_vid_id=23536" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Interpretar texto é treino]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Ops! Interpretação de texto? Concurseiros, vestibulandos e estudantes de todos os níveis tremem diante das três palavras. Imaginam um bicho-de-sete-cabeças. No interior de cada uma residiriam ciladas inimagináveis e incontornáveis. O objetivo dos mestres seria um só — pegar o bobo na casca do ovo. A moçada tem razão? Não. </FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P><BR>Professores não são carrascos. São profissionais cuja função é avaliar a habilidade de leitura do examinando. Em bom português: querem descobrir se o candidato entende o que lê. Nada mais. Como exercitar a compreensão de texto? Lendo. A leitura é sempre útil e proveitosa, mas ler com o objetivo de preparar-se para prova requer certo ritual. Com dicionário e lápis à mão, siga estes passos:</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG>1. Faça uma leitura panorâmica do texto.</STRONG> No primeiro contato, capte o assunto. Do que trata o escrito? Das Olimpíadas? Inflação? Condomínios? Orçamento? </P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG>2. Explore o vocabulário</STRONG>.&nbsp;Volte ao texto. Desta vez com lápis na mão para sublinhar as palavras de significado desconhecido ou pouco claro. Localize-as no dicionário. Cuidado. Você tem de encontrar o vocábulo mais adequado ao sentido da frase. Analise o enunciado. Depois, procure substituir a palavra assinalada pelos significados que lhe são atribuídos. Escolha o que traduz melhor o recado. </P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG>3. Faça a leitura compreensiva.&nbsp;</STRONG>Conhecido o vocabulário, você está apto a captar o plano de desenvolvimento do texto: a forma como o autor organizou as idéias. Elas obedecem a uma hierarquia. Há o general, os coronéis, os majores e os sargentos. </P>
<P><BR>É o general – a idéia principal – que traça a estratégia do texto. Ela se destaca e está presente ao longo da leitura. As idéias secundárias (os coronéis, majores, sargentos, que no texto aparecem como causas, conseqüências, exemplos, comparações) só fazem sustentar o general. </P>
<P><BR>O texto tem introdução, desenvolvimento e conclusão. Em outras palavras: começo, meio e fim. Leia com cuidado a introdução (em geral o primeiro parágrafo) e a conclusão (o último). A introdução apresenta a idéia-general; a conclusão a confirma.</P>
<P><BR>Os outros parágrafos (do desenvolvimento) trazem as idéias secundárias. Cada um só tem uma, em geral expressa na primeira frase. Sublinhe-a. Depois pergunte-se: o que ela tem a ver com a idéia central? É uma causa? Conseqüência? Exemplo? Comparação?</P>
<P><BR>Volte ao texto e releia-o cuidadosamente. Você é capaz, agora, de "conversar" sobre ele: dizer o ponto de vista que autor defende e os argumentos utilizados para convencer o leitor. Pode, também, questionar-se: ele tem razão? Concordo com tudo que ele disse? Por quê? O que eu acho a respeito do assunto?</P>
<P><BR>Exercite um texto por dia. Ler é habilidade, como nadar, esculpir, datilografar ou escrever. Com o treinamento, você lerá melhor e se sentirá mais seguro na hora da prova. Comece já.<BR>&nbsp;<BR></P></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Federico Fellini ensinou]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>"Existem três formas de tempo: o passado, o presente e o reino da fantasia."<BR></FONT><BR>&nbsp;<BR></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Questão de óculos]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Óculos bate pé e não abre. Sempre, sempre mesmo, se usa no plural: <I>Perdi meus óculos. Comprou os óculos escuros que queria. Gosto dos óculos que ganhei no ano passado</I>.</FONT></P>
<P><FONT size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=2><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Você não gosta do plural? Tem direito. E tem saída. Use par de óculos: </FONT><I><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O turista perdeu, além dos documentos, um par de óculos de grau</FONT>. </P></I></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Localizados e situados]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Rafael escreve: "Ao fazer requerimentos, uma dúvida sempre me assalta. Trata-se da preposição que deve acompanhar os verbos <I>residir</I> e <I>situar</I>. Residente à Avenida Comercial? Na Avenida Comercial? Situado à Rua do Ouvidor? Na Rua do Ouvidor? Ufa! Preciso de ajuda".</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A preposição é sempre <B>em</B>, que às vezes vira <B>no</B>, <B>na</B>: <I>residente na Avenida Comercial, residente no Plano Piloto, residente em Niterói, residente em Paris, residente no Brasil</I>.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Situado vai atrás: <I>situado na Avenida Comercial, situado na Avenida Liberdade, situado em Boa Viagem, situado na Rua da Praia.</P></I></FONT></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Uma e outra]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <FONT face=Utopia size=2>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">À mão? Na mão? Há diferença? </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Há. E como! Veja o exemplo de <I>livro</I>. <I>Ter o livro à mão</I> significa ao alcance da mão. Na estante, por exemplo. <I>Ter o livro na mão</I> quer dizer estar com ele na mão, estar de posse do objeto: "O dinheiro não está na mão, mas à mão", diz o gerente do banco.</FONT></P></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Plural indevido]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <FONT face="Centennial,Times New Roman" size=4>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Há certos substantivos que rejeitam o plural. Não que não tenham dois números. Têm. Mas, em alguns empregos, se permitem certos luxos. Só se usam no singular. </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Sabe quais são eles?</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>1º -</STRONG> <STRONG>O nome das partes do corpo</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Ficam no singular quando se referem a mais de uma pessoa: <EM>Os presentes balançaram a cabeça. Os alunos levantaram o dedo. Paulo e Luís foram atingidos no coração. O corpo deles foi exumado. O coração dos atletas batia em ritmo acelerado.</EM></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2><EM></EM></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Entendeu por que o singular é obrigatório? Se você escrever o plural, dará falsa impressão. Os presentes balançaram as cabeças? Só se cada um tivesse mais de uma.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Atenção, muita atenção. A regra não vale para as partes plurais (olhos, pernas, orelhas): <EM>Levantaram os olhos (os dois) para o céu. Ergueram os braços (os dois) em sinal de aprovação. A mãe puxou-lhe as orelhas (as duas).</EM></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Se for só um olho, um braço, e uma orelha, usa-se o singular: <EM>Ergueram o braço (cada presente ergueu um) em sinal de aprovação. A mãe puxou-lhe a orelha (uma só).</EM></FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>2º -</STRONG> <STRONG>A propriedade que se refere a dois ou mais sujeitos</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Veja exemplos:<STRONG> </STRONG><EM>Polícia inglesa procura três meninos com idade (não idades) entre 9 e 10 anos. </EM></FONT><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>UnB divulga nome (não nomes) dos aprovados no vestibular. </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A polícia apura a identidade (não identidades) dos culpados.</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Com a presença (não presenças) do governador e do secretário de segurança, a obra finalmente foi inaugurada. </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Bernardinho confirmou a escalação (não escalações) dos novos jogadores. </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Cerca de 50 mil pessoas perderam o emprego (não os empregos). </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Com a venda (não as vendas) da casa e da loja, pôde saldar as dívidas.</FONT></EM></P>
<P><EM><FONT face=Verdana size=2></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Por que o singular? Pela mesma razão do singular no nome das partes do corpo. Se você bobear e disser UnB divulga nomes dos aprovados, dará a impressão de que cada aprovado tem mais de um nome. Falso, não? Dá cadeia.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Fatos & versões]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <FONT face=Utopia>
<P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Os provérbios não têm certidão de nascimento. Sem pai e mãe, pertencem ao povo. Ensinam lições, fazem alertas, transmitem sabedoria. Simples, claros e enxutinhos, passam de boca em boca, de geração em geração. Todos os entendem. E os repetem.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>É aí que mora o perigo. No passa-pra-frente, há quem se fixe na rima. Fica no som, sem se preocupar com o sentido. Dá outra forma ao enunciado. A novidade ganha adeptos. Falantes e mais falantes a divulgam. Confirma-se, assim, a conclusão de José Maria Alckmin. O mineiro sabido ensinou: "A versão, tantas vezes repetidas, vira fato".</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Mas o mundo é cheinho de pessoas curiosas. Interessadas, correm atrás do fato. Regina Ivete Lopes é uma delas. Ela descobriu o original de provérbios vítimas de deturpação. Mandou a lista para amigos. Lê-la é pra lá de divertido. Quer ver?</FONT></P>
<P><A name=Save1><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></A></P></FONT><B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A batatinha</FONT></P></B><I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Batatinha quando nasce esparrama pelo chão.</FONT></P></I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Esparra o quê? Mesmo sem lógica, a criançada repete o verso em todas as festinhas da escola: </FONT><I><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Batatinha quando nasce / </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Esparrama pelo chão./ </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A menina que namora / </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Põe a mão no coração.</FONT></P></I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O original tem uma pequena diferença. Ei-lo:</FONT></P><I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Batatinha quando nasce espalha rama pelo chão.</FONT></P></I><B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O burro fujão</FONT></P></B><I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Cor de burro quando foge.</FONT></P></I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O fato? O quadrúpede mantém a cor mesmo quando pula a cerca. Na origem, o dito revelava esperteza. Dava asas às pernas:</FONT></P><I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Corro de burro quando foge.</FONT></P></I><B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Abre caminhos</FONT></P></B><I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Quem tem boca vai a Roma.</FONT></P></I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Por que o privilégio? Quem pergunta vai a Roma, Paris, Londres, Rio, Recife. Sem a deturpação, dá-se a César o que é de César. Eis a forma:</FONT></P><I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Quem tem boca vaia Roma.</FONT></P></I><B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Tal pai, tal filho</FONT></P></B><I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>É a cara do pai escarrado e cuspido.</FONT></P></I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Deselegante, não? Tadinho do pai. Tadinho do filho. Melhor devolver o requinte do provérbio. O dito nasceu assim:</FONT></P><I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>É a cara do pai em carrara esculpido.</FONT></P></I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Que salto de qualidade, hein? Carrara, melhor mármore do mundo, leva o nome de onde é extraído — a cidade italiana de Carrara, (O escultor Michelangelo só aceitava esculpir nesse material nobre.) Em suma: o provérbio é pra lá de gentil com os filhos. Eles são a cara o pai melhorada.</FONT></P><B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O caçador solitário</FONT></P></B><I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Quem não tem cão caça com gato.</FONT></P></I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Xiiiiiiiiiiiiiiiii, faltou um o. Sem ele, a comparação bateu asas e voou:</FONT></P><I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Quem não tem cão caça como gato.</FONT></P></I>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Lógico, não? Sem cão, o caçador se vira como gato. Gato caça solitário.</FONT></P><B>
<P></B><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Dicas para Concursos - o time dos exagerados]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <DIV align=center><EMBED src=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/flvplayer.swf width=320 height=240 type=application/x-shockwave-flash allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="file=http://www.correiobraziliense.com.br/videos/dad_18_08.flv&amp;autostart=false&amp;width=320&amp;height=240"></DIV>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Erramos]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <FONT face=Utopia>
<P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>"Mãe de seis filhos, ela estava voltando do Pedregal (GO), onde tinha parentes, para casa, que fica no Setor de Oficinas do Núcleo Bandeirante", escrevemos na pág. 25. O período, gramaticalmente certo, tem problemas de estilo. Um deles é o ritmo. O outro é o trabalho que dá ao leitor, obrigado a ir e vir pra entender o recado. Melhor: <I>Mãe de seis filhos, ela estava no Pedregal, onde tinha parentes, e voltava para casa, no setor de Oficinas do Núcleo Bandeirante.</P></I></FONT></FONT></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Já vai tarde]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/e1c91c3c32daf8dcc3723769f507dd36.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pervez Musharraf pediu o boné pra não sofrer processo de impeachment. Acusado de corrupção e assassinato, o ditador trouxe o Paquistão outra vez às manchetes. Com ele, uma curiosidade. Vários países da região terminam do mesmo jeitinho. É o caso de Afeganistão, Azerbaidjão, Cazaquistão &amp; cia. esquisita.&nbsp;Explica-se:&nbsp;o sufixo persa stan significa terra. Paquistão é&nbsp;a terra dos pak (puros); Afeganistão, terra&nbsp;dos afegãos; Azerbaidjão, terra do fogo; Cazaquistão, terra dos cazaques.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Olha o tempo]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
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			<description><![CDATA[
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		    <P>&nbsp;</P>
<P><STRONG><FONT face=Utopia>&nbsp;</FONT></STRONG><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>A partir de</STRONG></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2> é expressão de tempo. Quer dizer <I>a começar em.</FONT></FONT></I><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2> Por isso<I> a partir de </I>não combina com o verbo começar. É pleonasmo escrever <I>Os novos ônibus vão começar a circular a partir de 1º de dezembro</FONT></FONT></I><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>. Diga Os <I>novos ônibus vão começar a circular em 1º de dezembro</FONT></FONT></I><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>. Ou <I>Os novos ônibus vão circular a partir de 1º de dezembro</FONT></FONT></I><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>. </FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>A preposição <B>desde<I> </B></FONT></FONT></I><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>indica tempo passado. Pode aparecer sozinha ou combinada com até: <I>Está no Brasil desde dezembro de 1993. Trabalhou desde o amanhecer até a meia-noite</FONT></FONT></I><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>.</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Parecidas mas diferentes]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <I><FONT face="Utopia,Times New Roman">
<P align=justify><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P align=justify><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>A par?&nbsp;Ao par?</FONT></I><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG> </STRONG>As duas duplinhas existem, são parecidas, mas não se confunbdem.</FONT></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG>&nbsp;</STRONG></FONT></FONT></P>
<P align=justify><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG></STRONG></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P align=justify><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><STRONG>A par</STRONG><I> </I>é expressão invariável que equivale a ciente, informado: <I>O presidente está a par das reivindicações dos grevistas. </I></FONT></FONT></P>
<P align=justify><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B></B></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P align=justify><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B>Ao par<I> </B></FONT></FONT></I><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>significa em equivalência de valor (título ou moeda de valor idêntico): <I>O dólar esteve ao par do real.</FONT></P></I></FONT>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[É colado]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Adentro se escreve assim, coladinho: <EM>Correu mato adentro</EM>.</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[O mundo ruiu]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><IMG style="WIDTH: 491px; HEIGHT: 250px" height=374 src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/d7f3119dee5cfa10177416b1d4e3146e.jpg" width=487></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Verbo, o senhor da fala <BR>67 — ruir</STRONG></FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>
<P><BR>&nbsp;<BR></STRONG>Bum! Bum! Bum! Bombas explodiram na Geórgia e vizinhanças. Tanques invadiram as cidades. Tropas dão tiros a torto e a direito. É a guerra do Cáucaso, lá longe, nas vizinhanças da Rússia. Resultado: além dos milhares de refugiados e 2mil mortos, o verbo ruir ganhou as manchetes. Com ele, a questão: como conjugar o dissílabo que destrói casas, derruba prédios e mata sonhos?</P>
<P><BR>Antes de responder, faça o teste. Marque a frase que merece banda de música e tapete vermelho:</P>
<P><BR>a. Convém que se evite que as casas ruam e matem gente.<BR></P>
<P>b. O governo evitou que algumas casas ruíssem e matassem gente.<BR></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG>E daí? </STRONG></P>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;</P><STRONG>
<P><BR></STRONG>Escolheu a letra b? Viva! Ruir é cheio de manhas. Uma delas: não tem a 1ª pessoa do singular do presente do indicativo. Em conseqüência, não tem o presente do subjuntivo, filhote da pessoa inexistente. Quer conhecer os outros caprichos? Você manda.</P>
<P><BR>&nbsp;<BR><STRONG>Indicativo</STRONG></P><STRONG>
<P><BR></STRONG>Presente: tu ruis, ele rui, nós ruímos, vós ruís, eles ruem</P>
<P><BR>Pretérito imperfeito: eu ruía, tu ruías, ele ruía, nós ruíamos, vós ruíeis, eles ruíam</P>
<P><BR>Pretérito perfeito: eu ruí, tu ruíste, ele ruiu, nós ruímos, vós ruístes, eles ruíram</P>
<P><BR>Pretérito mais que perfeito: eu ruíra, tu ruíras, ele ruíra, nós ruíramos, vós ruíreis, eles ruíram</P>
<P><BR>Futuro do presente: eu ruirei, tu ruirás, ele ruirá, nós ruiremos, vós ruireis, eles ruirão</P>
<P><BR>Futuro do pretérito: eu ruiria, tu ruirias, ele ruiria, nós ruiríamos, vós ruiríeis, eles ruiriam<BR>&nbsp;<BR></P>
<P><STRONG>Subjuntivo<BR></STRONG></P>
<P>Presente: não há<BR></P>
<P>Imperfeito: (se…) eu ruísse, tu ruísses, ele ruísse, nós ruíssemos, vós ruísseis, eles ruíssem<BR></P>
<P>Futuro: (quando…) eu ruir, tu ruíres, ele ruir, nós ruirmos, vós ruirdes, eles ruírem<BR>&nbsp;<BR><STRONG></STRONG></P>
<P><STRONG>Formas nominais<BR></STRONG></P>
<P>Infinitivo: ruir<BR></P>
<P>Gerúndio: ruindo<BR></P>
<P>Particípio: ruído<BR>&nbsp;<BR>&nbsp;<BR></P>
<P><STRONG>Mãos à obra:</STRONG></P>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;</P><STRONG>
<P><BR></STRONG>Está certinha da silva a frase:<BR></P>
<P>a. Talvez muitos prédios ainda ruam na zona do conflito.<BR></P>
<P>b. Gostaria que nenhum prédio ruísse na zona do conflito.<BR></P>
<P>***<BR></P>
<P>A resposta? Na próxima coluna. Até lá. <BR></P>
<P>***<BR></P>
<P>Na semana passada, você escolheu a opção pra lá de certa. É ela:<BR></P>
<P>a. Talvez o professor abola a punição.<BR></P>
<P>b. Talvez o professor abolisse a punição. <BR></P>
<P>Escolheu a letra b? Acertou em cheio. Vá em frente.<BR>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
<P>(Coluna publicada no caderno <EM>Gabarito</EM>, que circula às segundas-feiras no <EM>Correio</EM> <EM>Braziliense</EM>)</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Esta é do Monteiro Lobato]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>"Na realidade guio-me pelo tato e o faro, pelo aspecto visual e auditivo da frase. Se algum período me soa falso, releio-o em voz alta para perceber onde desafina. E, achada a corda bamba, não a analiso, dispenso-me de saber que preceito gramatical foi ali ofendido: aperto a craveha e afino a frase. O método não será dos melhores, mas é o meu."</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Ambroise Bierce disse]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
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		    <P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>"Chata é a pessoa que fala quando gostaríamos que nos escutasse."</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Adjetivo caprichoso]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>O adjetivo é cheio de caprichos. Mimado, vive trocando de lugar. Às vezes aparece antes do substantivo (bela casa). Outras, depois (casa bela). De vez em quando, exige uma ponte (verbo) para ser alcançado (a casa é bela). </FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P><BR>Há ocasiões em que o adjetivo é generoso. Caracteriza mais de um substantivo. Nesse caso, você sabe como lidar com a concordância? Antes de responder, faça o teste. Leia as frases com atenção plena. Se estiverem certinhas da silva, assinale-as com V, de verdadeiro. Se não estiverem com nada, brinde-as com um baita F, de falso. Depois, escolha a opção nota mil: </P>
<P><BR>( ) Comprei um sapato e uma bolsa pretas.<BR>( ) Comprei um sapato e uma bolsa pretos.<BR>( ) Comprei um sapato e uma bolsa preta.<BR>( ) Comprei um sapato e uma bolsa preto.</P>
<P><BR>a. V,F,V,F<BR>b. F,V,V,F<BR>c. V,V,V,F<BR>d. F,V,V,F</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG>E daí?</STRONG></P>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;</P>
<P>Marcou a letra b? Pra lá de certo. Você conhece os caprichos do adjetivo. Preferiu outra letra? Bobeou. Dê uma olhadinha na lição pra não cair na esparrela de novo. Daqui a alguns minutos, você vai fazer uma descoberta. O adjetivo é cheio de manhas. Mas todas lógicas. Quer ver? </P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG>Duas saídas</STRONG></P>
<P>&nbsp;</P>
<P>Embora goze de muita liberdade, o adjetivo tem limites. Preso ao substantivo, é a ele subordinado. Concorda em gênero (masculino ou feminino) e número (singular ou plural) com o nome a que se refere.</P>
<P><BR><STRONG>1. Sapato e bolsa preta. Sapato e bolsa pretos</STRONG> </P>
<P><BR>Reparou? O adjetivo vem depois de dois substantivos. Aí, goza de ampla <BR>liberdade. Pode concordar com o mais próximo ou com os dois: bosques e montanhas tranqüilas (ou tranüilos), livro e caderno novo (ou novos), vestido e meia branca (ou brancos). </P>
<P><BR>Com mais de dois substantivos (três, quatro, cinco, oito), a regra não muda: <BR>bolsa, tênis, cinto e chapéu esportivo (ou esportivos); jardim, bosque e montanha sossegada (ou sossegados).</P>
<P><BR>Preste atenção. Se todos os substantivos forem masculinos, não há dúvida. O adjetivo vai para o masculino plural. Se femininos, para o feminino plural. E quando estiverem misturados masculino e feminino? Aí, como na vida, o masculino plural tem primazia. Nós dizemos tenho cinco irmãos, englobando irmãs e irmãos. Perdeu quatro filhos, abrangendo filhos e filhas. Por isso: vestido, sapato e bolsa pretos; bosques e montanhas tranqüilos; admiração e respeito extremos.<BR></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><STRONG>2.Boa hora e lugar</STRONG></P>
<P><BR>Viu? Saliente, o adjetivo mudou de lugar. Vem antes do substantivo. No<BR>caso, só há um caminho: concordar com o substantivo mais próximo, ou<BR>seja, o primeiro deles: belo filho e filha, grande alegria e disposição, alta <BR>estima e apreço. <BR></P>
<P>&nbsp;</P>
<P>Está claro? Então marque a frase&nbsp;pra lá de certa:</P>
<P><BR>a.Filho e filha malcriado.</P>
<P>b.Filho e filha malcriados.</P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
<P>Escolheu a <STRONG>b</STRONG>? Viva!<BR></FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Não ao não]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Não ao nãoVocê gosta de ouvir um não? Ninguém gosta. Nem os bebês. Dizem que a criança que escuta muitos nãos na vida grava a negação na mente. Aí, Deus a acuda. Candidata-se ao título de adulto infeliz — para alegria dos psicólogos, claro.</FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P><BR>Eduardo Santos fugiu da sina. Negro e pobre, ouviu montões de nãos ao longo de 25 anos. Queria estudar judô. Cadê dinheiro? Foi à luta. Conquistou lugar no tatame. Mas teve de suar o quimono pra avançar. Sem grana pra pagar a faixa preta, ficou 10 anos na marrom. Chegar a Pequim foi outra batalha. Passou por quatro seletivas regionais. Ganhou a vaga. Ufa! A medalha olímpica ficou pra daqui a quatro anos.</P>
<P><BR>Falantes também podem dizer não ao não. Basta recorrer à linguagem positiva. Regra de ouro: dizer o que é, não o que não é. Não chegar na hora é chegar atrasado. Não ser necessário é ser dispensável. Não ir à aula é falta à aula. Viu? Dizer o que não é soa pouco objetivo, impreciso, hesitante. Dá a impressão de que se está fugindo do compromisso de afirmar.</P>
<P><BR>Como escapar do mal-amado? Reescreva a frase mantendo o recado: Os parlamentares não acreditam (duvidam) que Daniel Dantas tenha dito a verdade. O presidente diz que não fará (nega) alterações no Bolsa-Família. Os políticos não sabem (ignoram) que fazem parte do Estado. Não se lembrou (esqueceu-se) do recado. O laboratório não pode (só pode) fabricar os novos remédios se não (se) pagar royalties. Não é possível (é impossível) reparar os erros futuros. A lei não altera (mantém) a situação dos devedores.</P>
<P><BR>Que tal? Dá trabalho chegar à forma positiva? Às vezes dá. Mas vale a pena. Caçar o advérbio que fecha portas conquista leitores e ouvintes. Eles, alérgicos às três letrinhas, fazem tudo pra ignorá-las. Muitas vezes, passam batido por elas. Aí, valha-nos, Deus! O recado é entendido pelo avesso. Confirma-se, então, a brincadeira de Mário Quintana: "A gente escreve uma coisa, o leitor entende outra, e a coisa propriamente dita desconfia que não foi dita".<BR>&nbsp;</FONT></P>
			]]></description>
		</item>
	    <item>
		    <title><![CDATA[Receita do texto enxuto]]></title>
			<author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>
			<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/wwweunaotenhonomecombrblogdadad</link>
			<description><![CDATA[
			<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		    <P><BR>&nbsp;</P>
<P>Rafael é estudante do ensino médio. Quer disputar uma vaga no curso de direito de uma universidade pública. Sabe que o desafio é grande. Vai enfrentar candidatos pra lá de preparados. A saída que faz a diferença é a redação. Por isso treina sem preguiça. Escreve muito e sempre. Mas uma orientação do professor o deixa encucado. "Escreva texto enxuto", repete ele sem parar. Como chegar lá?</P>
<P><BR>Siga a dica de George Simenon: "Corto adjetivos, advérbios e todo tipo de palavra que está lá 