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<category>Blog Tão Você</category>
<description>Dicas de português, redação, estilo, vestibular, concursos, leituras</description>
<copyright>UAI - Nenhum é tão você. Todos os direitos reservados</copyright>
<title>Blog da Dad</title>
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<title>Blog da Dad</title>
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<language>pt-br</language>
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		<item>

		<title><![CDATA[Elitismo explícito]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18450</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/2517529be86f15db103d635c09af92a6.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ops! A Unimed desconhece regrinha básica. Na gramática, nem todos são iguais perante a lei. Alguns são mais iguais. É o caso do sujeito. Dono e senhor da oração, ele manda e desmanda. Um dos caprichos do mandachuva: nunca vir preposicionado. Por isso, nem em delírio, combine o artigo ou o pronome que acompanha o todo-poderoso com a preposição. É briga certa. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Você tem um médico na família? Tem muita chance dele fazer parte da nossa também", diz o texto. Valha-nos, Deus. <EM>Ele</EM>, que aparece em <EM>dele</EM>, é o sujeito. Juntá-lo com a preposição <EM>de</EM> é sinônimo de confusão. Melhor separá-los: <EM>Tem muita chance <STRONG>de ele</STRONG> fazer parte da nossa também.&nbsp;</EM></FONT></P>
<P><EM><FONT face=Verdana></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Mais exemplos: <EM>É hora <STRONG>de o</STRONG> trem chegar. Sobre a possibilidade <STRONG>de o</STRONG> presidente participar da campanha, muito se falará. É tempo <STRONG>de a</STRONG> TV diminuir a violência na programação. Chegou o momento <STRONG>de ela</STRONG> agir. Está na hora <STRONG>de</STRONG> <STRONG>eu</STRONG> entrar. </EM></FONT></P>
<P><EM><FONT face=Verdana></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Dica: no caso de elitismo explícito, o verbo vem sempre seguido de verbo no infinitivo. Olho vivo!</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[Francesinha]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18432</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Vou ao restaurante e peço um prata à la carte. Com acento? Pra lá de certo. A expressão <EM>à la carte</EM> é francesa. Pede grampinho.</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[Nada de humilhação]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18431</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A crase não foi feita pra humilhar ninguém. Mas atrapalha. Uma regrinha evita confusão. Em expressões com palavras repetidas, o acentinho não tem vez: <EM>cara a cara, gota a gora, uma a uma, ponta a ponta, frente a frente.</EM></FONT></P>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Kalil Gibran Kalil escreveu]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18430</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Bom juiz é aquele que julga pelo que houve, não pelo que ouve."</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[Sem dor nem gemidos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18319</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG style="WIDTH: 462px; HEIGHT: 381px" height=375 src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/4f1d4aeb5d4e6e0e0642a8791ecd4353.jpg" width=302></P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Parirás com dor", disse o Todo-Poderoso. O Ministério da Saúde contrariou o Senhor. Garante a vinda ao mundo de bebês sem choros e gemidos da mãe. Para tanto, impõe uma condição -- que ela não&nbsp;recorra à cesariana. Aí terá direito a quarto com banheiro e anestesia&nbsp;durante o trabalho de parto. A promessa se concretizará? É esperar pra ver. Enquanto aguardamos, vale a pena dar uma revisada nas manhas do verbo parir.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Parir, embora não pareça, tem todas as pessoas. Mas algumas são bem esquisitas. O xis da questão é o presente do indicativo. A 1ª pessoa é "eu pairo". Já imaginou? Confunde-se com o verbo pairar. Uma grávida voando pode dar confusão. A saída: embora tenha todas as pessoas, o dissílabo só se usa nas formas em que o r é seguido de i: <EM>parimos, paris, pari, parimos, pariram, pariu, paria, paríamos, parirei, pariria, parisse, parirmos.</EM> E por aí vai.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18394</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face="Utopia,Times New Roman">
<P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>"Bebê é salvo por cadela" foi a manchete da pág. 18. Viu? Apareceu uma penetra. Porca, resultado da junção indesejada de <I>por</I> com <I>ca</I>, formou baita cacófato. Xô!</FONT></P></FONT>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Deu otite]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18393</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/64f049d4aebf7f6e81402eee3d980173.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">
<P>O ministro Carlos Minc dava entrevista à GloboNews. De colete e tudo, soltou esta: "O Greenpeace tem participado com nós na proteção do meio ambiente". Com nós? Deu otite.</P>
<P><I></I>&nbsp;</P>
<P><I>Com nós</I> só se emprega na companhia de palavras reforçadoras. É o caso de próprios, mesmos, todos: <I>Os livros ficarão com nós todos. As crianças saíram com nós dois ontem à noite. Queremos estar de bem com nós próprios.</P></I>
<P>&nbsp;</P>
<P>Sem o reforço, como na frase de Sua Excelência, usa-se o <I>conosco: O Greenpeace tem participado conosco na proteção do meio ambiente. Os livros ficarão conosco. As crianças saíram conosco. Querem estar de bem conosco.</I> </P></FONT>
<P><SPAN class=328303216-24072008><FONT size=2><STRONG></STRONG></FONT></SPAN></P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Viva a Xuxa]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18387</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG style="WIDTH: 511px; HEIGHT: 333px" height=334 src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/4ad6a112eb1336139b39a824af12544e.jpg" width=443></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Viva! Xuxa teve momentos de&nbsp;herói. Ao ver uma caixa de papelão no terreno, estranhou. Fez, então, o que sabe fazer. Latiu até chamar a atenção da dona. Acompanhada, mostrou o achado. Lá estava um recém-nascido. </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A cadelinha virou celebridade. Rádios, tevês e jornais lhe deram generoso espaço. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pintou, como sempre acontece,&nbsp;uma dúvida na cabeça de repórteres e apresentadores. Qual o plural de vira-lata? A palavra é formada de verbo + substantivo. Joga no time de guarda-roupa. Só o nome&nbsp;se flexiona: <EM>vira-latas, guarda-roupas.</EM>&nbsp;</FONT>&nbsp;</P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Comigo também acontece]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18383</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face=Utopia size=2>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>DAD SQUARISI // <A href="mailto:dad.squarisi@@correioweb.com.br">dad.squarisi@@correioweb.com.br</A></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Reparou? Há algo no céu verde-amarelo além dos aviões de carreira. Notícias divulgadas aqui e ali comprovam a necessidade de rever velhos provérbios. Um deles: cada macaco no seu galho. Outro: queixe-se ao bispo. Mais um: todos são iguais perante a lei, mas há os mais iguais. No topo da lista: tudo como dantes no quartel de Abrantes. Desatualizados, os ditos pedem revisão. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A causa: novo personagem entrou no jogo do poder. Mantido sempre pra lá, o povo serve-se de instituições que lhe ampliam a voz. É o caso de ONGs, Procon, Ministério Público. A internet libertou a notícia do crivo dos editores. Foto ou fato rejeitados pela imprensa ganham o mundo. Milhões de internautas tomam conhecimento do assunto e decidem sobre sua importância. Sobram exemplos da guinada.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Senado criou 97 cargos comissionados que seriam preenchidos por afilhados de Suas Excelências. A iniciativa causou indignação não só dos concurseiros, que ralam meia vida pra entrar no serviço público pela porta da frente. Eleitores do país inteiro entupiram os e-mails dos parlamentares em protesto contra a medida. Resultado: ficou o criado pelo não criado.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Consumidores descobriram a própria força. Com atraso, o antes todo-poderoso empresário se deu conta de que quem manda é o freguês. Resistiu? Perde o cliente e entra na lista suja do Procon. Os bancos ocupavam o topo do ranking das reclamações. Ninguém entendia o extrato da conta. Resultado: a pressão foi tal que as instituições financeiras mudaram o código. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nada menos que 262 bebês morreram nos últimos seis meses na Santa Casa de Belém. A taxa de mortalidade na UTI neonatal bateu nos 56% em junho. A tragédia chegou à imprensa. Ouvida, a governadora disse que o índice nada tinha de excepcional. O Ministério Público entrou na jogada. Resultado: a direção do hospital caiu fora e, como diz o conselheiro Acácio, as conseqüências vêm depois. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Há muito mais. Motoristas bebuns matavam e aleijavam à solta.</FONT><A name=Save1></A><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Com a lei seca, pensam duas vezes antes de casar bebida com direção. Políticos que usam o mandato como biombo pra fugir da Justiça estão com o nome sujo na boca do mundo. Mais: gente endinheirada, juízes &amp; cia. até há pouco inatingível caem nas malhas da PF ou do MP. Aparecem algemados ou no camburão iguaizinhos aos pés-de-chinelo. Ops! Será que comigo também acontece?</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>(Artigo publicado na pág. 28 do <EM>Correio Braziliense</EM>)</FONT></P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Monteiro Lobato escreveu]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18374</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face=Arial>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Os livros não mudam o mundo. Mudam os homens. Os homens é que mudam o mundo."</FONT></P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Assim se fazem ricos e pobres]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18372</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face=Utopia>
<P><BR><FONT size=2>&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Um homem&nbsp;pra lá de rico estava pra lá de&nbsp;mal. Pressentindo a breve partida, pediu papel e caneta. Escreveu:</FONT></P>
<P><BR><BR><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta</FONT></EM></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000080><EM> </EM></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>do padeiro nada dou aos pobres</EM>.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Morreu.&nbsp;A quem deixava ele a fortuna? Eram</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000080> </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">quatro concorrentes. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a</FONT></EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000080><EM> </EM></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>conta do padeiro. Nada dou aos pobres.<BR></EM><BR></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a</FONT></EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000080><EM> </EM></FONT><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">conta do padeiro. Nada dou aos pobres. </FONT></EM></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><BR></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele: </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a</FONT></EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000080><EM> </EM></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>conta do padeiro. Nada dou aos pobres.<BR></EM><BR></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta<FONT color=#000080> </FONT></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">interpretação:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a</FONT></EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000080><EM> </EM></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres</EM>.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><BR></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Moral da estória: </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Assim é a vida. Pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que colocamos os pontos. E isso faz toda a</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT color=#000080> </FONT>diferença. </P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O gosto de Dunga]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18369</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG style="WIDTH: 368px; HEIGHT: 217px" height=235 src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/379080b75c58dc4b61f8ad18d5f19151.jpg" width=341></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Flávio Cavalcanti viu a foto de Dunga. Mandou-a para o blog com a pergunta: "Não seria o caso de dar vez à duplinha <EM>tem de</EM> em vez de <EM>tem que</EM>? Tanto faz. Modernamente, as duas têm o mesmo sentido. A escolha de uma ou de outra depende do gosto do freguês. Bom proveito.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Matou a charada?]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18349</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/289882fdb12ffdf47ec05ab251942d80.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A charada apresentada ontem: que erro aparece na capa do livro? Quem respondeu colocação do pronome átono acertou. O <EM>como</EM> atrai o&nbsp;<EM>se</EM>. Daí a forma nota 10: <EM>Como os Jogos Olímpicos se tornaram a marca mais valorizada do mundo.</EM></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18347</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face=Utopia>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
<P></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Agentes cumpriram 17 mandados de prisão durante a operação que provocou grave crise no governo realizada há duas semanas", escrevemos na pág. 3. Viu? Tropeçamos no velho problema da colocação. O "realizada há duas semanas" refere-se a operação, não a crise. Melhor: <I>Agentes cumpriram 17 mandados de prisão durante a operação realizada há duas semanas que provocou grave crise no governo.</P></I></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[De frades e freis]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18335</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><STRONG><FONT face="Palatino Linotype">&nbsp;</FONT></STRONG></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Roldão Simas Filho é atento leitor de jornais. Ao ler o <EM>Correio</EM> de hoje, anotou falhas em textos.&nbsp;Entre elas, o emprego de frei e frade.&nbsp;"</FONT><FONT face="Palatino Linotype" color=#000000><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quando se menciona o padre sem lhe dar o&nbsp; nome", explica ele, "não se emprega o termo frei, mas frade:&nbsp;</FONT></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000000><EM>Frei Francisco assistiu&nbsp;os fiéis. O frade assistiu os fiéis."</EM></FONT></P>
<DIV align=justify><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000000>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" color=#000000>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT></DIV>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Fale Certo]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18325</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<EMBED src=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/flvplayer.swf width=320 height=240 type=application/x-shockwave-flash flashvars="file=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user/18/18971/fc577ccec204056aadb14056b1fd0f0f.flv&amp;autostart=false&amp;width=320&amp;height=240&amp;image=http://www.eunaotenhonome.com.br/videothumb?tv_vid_id=20806" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always">
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Charada]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18254</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/289882fdb12ffdf47ec05ab251942d80.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Imagine que você esteja fazendo um concurso disputadíssimo. No caso, não é suficiente se sair bem. Você precisa se sair melhor que os outros. Então aceite o desafio. Qual a pisada de bola escancarada na capa do livro?&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[É mito]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18303</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><IMG style="WIDTH: 343px; HEIGHT: 362px" height=372 src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/d55e9bc0bb8d0cff350299b9498a47d6.jpg" width=401></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estímulo ao parto normal trouxe ao cartaz a palavra cesariana. Com ela, um mito pra lá de repetido. "Cesariana", ensinaram as bisas, que aprenderam com as vós, que aprenderam com as mães, "vem de César." Júlio César, imperador de Roma, teria nascido de parto cirúrgico. Daí cesárea ou cesariana.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;"A mentira tantas vezes repetida vira verdade", dizia Joseph Goegbls. Convenhamos:&nbsp;o ministro da Informação de Hitler sabia das coisas.&nbsp;Cesariana nasceu do latim&nbsp;<EM>caedare</EM>, que quer dizer cortar.&nbsp;Os romanos chamavam de caesares as crianças que vinham ao mundo por meio cirúrgico.&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>É isso.</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Olha o visual]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18300</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/358c9fd29461a8af45d312a98173852c.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Você viu? O Ronaldinho gaúcho é uma festa. Mais magro e o sorriso eterno, exibe cabelo novo. Mil trancinhas brincam na cabeça do jogador. Pra chegar ao novo visual, ele passou horas no salão de beleza. Lá, aprendeu que cabeleireiro se escreve assim -- com dois is. </FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Montado o quebra-cabeça]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18245</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/ff84d38ef72609cb82d4c3ce75e99db1.jpg"></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">José Cândido de Carvalho descansava no céu. Chegou Dercy. Língua solta, disse a ele que havia lido a nova edição do livro que fizera tanto sucesso. "Nova edição?", perguntou. Curioso, deu uma espiadinha nas prateleiras das livrarias. Arrepiou-se. Depois, se indignou. O horror estava no título. Você consegue identificá-lo?</FONT></P><FONT face=Verdana>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;</P>
<P><STRONG>E daí?</STRONG></P><FONT face=Utopia size=2>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>Desconfiou do porquê? Viva! Por que, por quê, porque, porquê — são quatro caras e confusão geral. Estudantes, jornalistas, advogados, todos hesitam na hora de escrever uma ou outra forma. Muitos chutam. Mas, como a língua não é loteria, a Lei de Murphy entra em vigor. Se pode dar errado, dá. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana size=3></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>Um tropeço e lá se vai a vaga na universidade, a promoção no trabalho, a chance do bom emprego e o descanso do falecido. Melhor não correr riscos. Afinal, desvendar o segredo da duplinha é fácil como andar pra frente. </FONT></P></FONT><B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por que</FONT></P></B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por que, separado e sem acento, tem dois empregos:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. nas perguntas: <I>Por que a leitura facilita a redação? Por que se lê tão pouco no Brasil? Por que há poucas livrarias em nosso pais?</P></I></FONT>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. nos enunciados em que é substituível por "a razão pela qual": <I>É bom saber por que (a razão pela qual) a leitura facilita a redação. Explique por que (a razão pela qual) se lê tão pouco no Brasil. Eis por que (a razão pela qual) há poucas livrarias no país — há poucos leitores. </P></I></FONT>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Matou a charada? É nesse emprego que se encaixa o título do livro de José Cândido de Carvalho: <EM>Por que (a razão pela qual) Lulu Bergantim não atravessou o Rubicon.</EM></P></FONT><B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por quê </FONT></P></B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O separado com circunflexo só tem vez quando o quezinho for a última – a última mesmo – palavra da frase. Sabe por quê? Ele é átono. No fim do enunciado, torna-se tônico. O acento lhe dá a força: <I>A leitura facilita a redação por quê? Lê-se tão pouco no Brasil por quê? Há poucas livrarias em nosso país e todos sabem por quê (a razão pela qual há poucas livrarias).</P></I></FONT><B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Porque</FONT></P></B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Juntinho como unha e carne, a dissílaba é conjunção causal ou explicativa: <I>Os professores estimulam a leitura porque bons textos enriquecem o vocabulário. Há poucas livrarias no Brasil porque há poucos leitores. Leio muito porque quero escrever melhor. </P></I></FONT><B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Porquê</FONT></P></B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O porquê assim, com chapéu, deixa de ser conjunção. Torna-se substantivo. Para mudar de classe, precisa da companhia do artigo ou de pronome: <I>Explicou o porquê da importância da leitura. Certos porquês quebram a cabeça da gente. Não sei responder a este porquê.</P></I></FONT>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Resumo da opereta: não há por que temer os porquês. Quem domina o assunto sabe por quê.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Leitores à beira de ataque de nervos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18265</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/3a9b1b62cba6ca8b38101c133bafabfd.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P><FONT face="Centennial,Times New Roman" size=4>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Títu<FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">lo da coluna Entrelinhas: "Deixem os homens trabalhar". Leitores duvidaram dos próprios olhos. "Homens" não é sujeito de trabalhar? O verbo&nbsp;deve concordar com ele. É elementar: se o sujeito está no plural, o verbo não tem saída. Deve acompanhá-lo.</FONT></FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Mas estava ali, no singular. Estampado com todas as letras (ou falta de letras). Os leitores estavam diante de uma das maiores complicações da língua portuguesa: o emprego do infinitivo flexionado. O português é uma língua única. Tem dois infinitivos: o impessoal e o pessoal. O impessoal é o nome do verbo (cantar, vender, partir, pôr). Não tem sujeito e, por isso, não se flexiona.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Com o pessoal, a história é outra. Ele tem sujeito. E não foge à regra: concorda com ele (para eu viajar, tu viajares, ele viajar, nós viajarmos, vós viajardes, eles viajarem). Mas há exceções.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>A regra</STRONG></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2>Rigorosamente, só é obrigatória a flexão quando o infinitivo tem sujeito próprio, diferente do da oração principal: <EM>Esta é a última chance de Ronaldo Gaúcho e Ronaldo Fenômeno devolverem a alegria à torcida. (O sujeito da 1ª oração é esta; da 2ª, Ronaldo Gaúcho e Ronaldo Fenômeno.)</EM></FONT></FONT></P>
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Saí mais cedo para <EM>irmos</EM> ao circo. Se o infinitivo não estivesse flexionado (<EM>saí</EM> mais cedo para <EM>ir</EM> ao circo), a frase estaria correta, mas trairia a verdade. Quem vai ao circo não sou eu, mas nós.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><EM>Saímos</EM> mais cedo para <EM>ir</EM> ao teatro. Certo? Quem saiu mais cedo? Nós. Quem vai ao teatro? Nós (quando o sujeito da segunda oração não está expresso, significa que é o mesmo da primeira).</FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=2><B>Dica</B>: Se o sujeito da oração principal e o da subordinada forem os mesmos, não precisa flexionar o infinitivo: <EM>Saímos</EM> (nós) mais cedo para <EM>ir</EM> (nós) ao circo.</FONT></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>E se flexionar? Está errado? Não. Você reforçará o sujeito: <EM>Saímos</EM> mais cedo para <EM>irmos</EM> ao teatro.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Mais iguais</STRONG></FONT></P>
<P><STRONG><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Voltemos à vaca fria: "Deixem&nbsp; os homens trabalhar". O sujeito da 1ª oração é <EM>vocês</EM> (oculto); o da 2ª, <EM>homens.</EM> A regra manda flexionar o infinitivo quando ele tiver sujeito diferente do da oração principal. O autor errou?</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Não. Por quê?</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Nem todos são iguais perante as regras. Alguns são mais iguais. No infinitivo, os mais iguais são os verbos mandar, fazer, deixar, ver e ouvir. Com eles, a flexão é facultativa.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Assim, você pode dizer: Vi os dois sair (ou saírem) da sala. Ouvi os cães latir (ou latirem). Deixai vir (ou virem) a mim as criancinhas. Fiz os alunos estudar (ou estudarem) mais. Governo manda os funcionários&nbsp;devolver (ou devolverem) o dinheiro.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Percebeu? É o caso da coluna. O título estaria certo&nbsp;tanto com verbo no singular quanto no plural. O Alon preferiu o singular.&nbsp;Questão de gosto.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2><STRONG>Limite</STRONG></FONT></P>
<P><STRONG><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Cuidado. A exceção tem limite apertado. Se o sujeito for um pronome átono, acabou a farra do infinitivo. Ele só pode ficar no singular: <EM>Vi</EM>-os deixar a sala mais cedo. Ouvi<STRONG>-</STRONG><EM>as</EM> chegar. Deixei<STRONG>-</STRONG><EM>os</EM> sair. Pressão sindical fê-<EM>los</EM> recuar. Governo manda-<EM>os</EM> devolver dinheiro.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>Ufa! </FONT></P><B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3></FONT>&nbsp;</P></B></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Recorde]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18252</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face=Utopia size=5>
<P><FONT face=Arial size=2></FONT>&nbsp;</P></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P>Nossa! O Brasil nunca arrecadou tanto. Neste semestre, recolheu R$ 327.672 bilhões. Aumentou, em relação ao mesmo período do ano passado, 10,43%. Bateu recorde. A pronúncia? É reCORde. A sílaba tônica é cor, igualzinha a conCORde.</P></FONT><B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P></B>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Bandidos e mocinhos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18250</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><STRONG></STRONG><B><FONT face=Utopia size=4><FONT face="Times New Roman" size=3></FONT>&nbsp;</P></B></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=2>
<P>Quem é bandido? Quem é mocinho? Ninguém sabe. A polícia desbaratou uma quadrilha no Rio. O chefe? Sua Excelência o deputado Natalino José Guimarães, do DEM. Com ele estavam 15 pessoas. E um arsenal. Isso mesmo. Não diga arsenal de armas. É pleonasmo. Basta arsenal.</P></FONT><B>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P></B>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18248</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face=Utopia>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Ao comparar os 30 dias anteriores à lei seca com os 30 posteriores, Detran verificou queda de 6% no total de óbitos", escrevemos na pág. 25. Cadê o artigo? A ausência do pequenino antes de <EM>Detran</EM> nos diz que há vários Departamentos de Trânsito na cidade. Não é verdade. Vem, ozinho: </FONT><I><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao comparar os 30 dias anteriores à lei seca com os 30 posteriores, o Detran verificou queda de 6% no total de óbitos a cidade</FONT>.</I> </P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Golpe de mestre]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18217</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ops! Olha o golpe de mestre. Barak Obama faz um giro pelo Oriente Médio. Com ele foram os principais jornalistas americanos. Resultado: o candidato democrata não sai das manchetes de rádios, tevês e jornais. </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com o sucesso, uma dissílaba entra em cartaz. Com força total, o <EM>afro</EM> pede passagem e põe a pulga atrás da orelha de negros e brancos.&nbsp;Ora aparece como substantivo. Ora como adjetivo. Ora como prefixo. Há regras para escrevê-lo? Há.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Como substantivo e adjetivo, flexiona-se normalmente: <EM>o afros, povos afros, ritmos afros, cabeleiras afras.</EM></FONT></P>
<P><EM><FONT face=Verdana></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Como prefixo, tem manhas. Se entra na composição de adjetivos pátrios, exige hífen(afro-asiático, afro-americano, afro-brasileiro). Nos demais compostos, vem juntinho: <EM>afrolatria, afrogenia, afrodescendente</EM>.</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Benito Pérez Galdós alerta]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18233</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Palavra e pedra solta não têm volta."</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Ops! Olha a blitz]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18232</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em tempos de lei seca, uma palavra passa de boca em boca. Trata-se de blitz. Apesar de usada e abusada,&nbsp;<SPAN class=750531113-22072008>a pequenina </SPAN>enche os brasileiros de dúvida. Ninguém sabe ao certo o plural da alemã. </FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>A confusão se explica. Nem os dicionários se entendem. O Aurélio diz que é blitze. O Houaiss, blitzen. E daí? A tendência é aportuguesar a flexão. Como nariz e rapaz, blitz ganha es. <EM>Blitzes</EM> é a forma adotada por boa parte de jornais e revistas.</FONT></P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Quebra-cabeça]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18222</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/04664f6111777896b2cb7d8e8b64cedf.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">José Cândido de Carvalho descansava no céu. Chegou Dercy. Língua solta, disse a ele que havia lido a nova edição do livro que fizera tanto sucesso. "Nova edição?", perguntou. Curioso, deu uma espiadinha nas prateleiras das livrarias. Arrepiou-se. Depois, se indignou. O horror estava no título. Você consegue identificá-lo?</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
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		<title><![CDATA[O povo sabido diz]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18204</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"A verdade se contenta com poucas palavras."</FONT></P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18202</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<DIV><FONT face=Arial>
<P><FONT size=+0><SPAN class=441380822-21072008></SPAN><FONT face=Utopia><FONT size=2></FONT></FONT></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O bem mais precioso do jornal? É o espaço. Por isso somos econômicos. Dizemos o que deve ser dito com as palavras necessárias — nem mais<SPAN class=441380822-21072008> </SPAN>nem menos. Hoje esbanjamos. A prova está na pág. 15: "Apenas 11 foram autuados por dirigir com teor alcoólico no sangue acima do limite permitido. Todos os outros 108 condutores tinham irregularidades no documento do carro". O "todos" sobra, não?&nbsp;<SPAN class=441380822-21072008> A presença do artigo informa que são todos.</SPAN></FONT></P></FONT></DIV>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Fale Certo]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18197</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P align=center><EMBED src=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/flvplayer.swf width=320 height=240 type=application/x-shockwave-flash flashvars="file=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user/18/18971/4d68ff04948838ea91f7c7e984a6083d.flv&amp;autostart=false&amp;width=320&amp;height=240&amp;image=http://www.eunaotenhonome.com.br/videothumb?tv_vid_id=20593" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></P>
		]]>
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		<title><![CDATA[Espanta-cliente]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18181</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/75fced810a7c753a16e1b67d59f36b3e.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<DIV><FONT face=Arial size=2><SPAN class=144202415-21072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008>Luciano Pires, do Blog do Servidor, fazia matéria sobre a greve dos carteiros &amp; cia. Atento ao bom português, assustou-se com o texto que&nbsp;se apresentou diante dos olhos dele. O espanto passou. Veio o arrepio. O bom humor não tardou.</SPAN></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008>&nbsp;</SPAN></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008>Divertido, escreveu este bilhete: "E</SPAN></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008>stava de plantão na porta da sede dos Correios, no Setor Bancário Norte, no sábado passado e bem na entrada vi&nbsp;o aviso. T</SPAN></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008>irei a foto de celular. Não sei se a qualidade está boa. S</SPAN></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008>e quiser colocar no blog, o&nbsp;`</SPAN><SPAN class=144202415-21072008>hs´ vai ficar famoso".</SPAN></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008>É verdade. A abreviatura de hora é sem-sem-sem -- sem dois pontinhos, sem espaço e sem plural: <EM>8h, 12h10, 14h05</EM>.</SPAN></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008>Há mais. Cadê a crase? O horário de funcionamento é das 8h <STRONG>às</STRONG> 12h e das 14h <STRONG>às</STRONG> 18h. </SPAN></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=144202415-21072008>Resumo da opereta: algo mais que o&nbsp;hs ficou famoso. Ou não?&nbsp;</SPAN></FONT></DIV>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Espanta-sorte]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18163</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/e5d38d72718acee7c107cb9071845a13.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diogo faz fezinha semanal na loteria. Supersticioso, aposta na mesma casa desde que a MegaSena foi criada. Mas nunca ganhou nem a quadra. Que coisa! Intrigado, fotografou a faixa, mandou cópia pro blog e consultou os mestres pra descobrir o que havia contra ele. Descobriu. O problema não reside nele, mas na loja. Melhor: na propaganda da loja. Ali estão três espantalhos da sorte.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Numeral: zero à esquerda? Pra quê?</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2.&nbsp;Indicação de horas: a abreviatura é h -- sem espaço e sem plural.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Crase: o sinal indicador do encontro&nbsp;de dois aa é o grave, não o agudo (`). Mais: no reino da fusão, formam-se casaizinhos. Um deles: das ... às. O outro: de...a. Eles são pra lá de fiéis. O que acontece com um acontece com o outro. Mas a&nbsp;faixa os obrigou a cometer adultério.&nbsp;&nbsp;</FONT></P><STRONG>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></STRONG>&nbsp;</P><STRONG>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De</FONT></STRONG><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> segunda&nbsp;<STRONG>à</STRONG> sábado </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM></EM></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>De</EM> é preposição pura. <EM>A</EM> só pode ser preposição pura. Em ambas o artigo não tem vez: <EM>Trabalho <STRONG>de</STRONG> quarta <STRONG>a </STRONG>sexta. A farmácia faz entregas <STRONG>de</STRONG> segunda <STRONG>a </STRONG>sábado. Vejo tevê <STRONG>de</STRONG> domingo <STRONG>a </STRONG>domingo. </EM></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao pôr o acentinho grave no "à sábado", o autor induziu a duplinha ao adultério. Misturou duas estruturas. O <EM>de</EM> pertence à primeira (de...a). O <EM>à</EM>, à segunda (da...à).</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>Das </STRONG>8h&nbsp;<STRONG>às&nbsp;</STRONG>20h</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM></EM></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>Da </EM>é combinação de preposição <EM>de</EM> com o artigo <EM>a</EM>. O à vai atrás. O acento serve de prova da fusão. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mais exemplos: Li <STRONG>da </STRONG>página 8 <STRONG>à</STRONG> página 12. O expediente é <STRONG>de</STRONG> segunda <STRONG>a </STRONG>sexta, <STRONG>das</STRONG> 8h <STRONG>às</STRONG> 18h30. Trabalho <STRONG>das</STRONG> 14h <STRONG>às </STRONG>18h.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Atenção, gente fina. Às vezes, a preposição <EM>de</EM> vem casadinha com o artigo <EM>o</EM>. O sexo não muda a regra. O segundo par mantém a fidelidade: <EM>Viajei <STRONG>do</STRONG> Paraguai <STRONG>à</STRONG> França. Fui de carro <STRONG>do</STRONG> Rio <STRONG>à </STRONG>Paraíba. Corri <STRONG>do</STRONG> aeroporto <STRONG>à</STRONG> rodoviária.</EM></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cuidado: há ocasiões em que um dos nomes não pede artigo. O casalzinho fica, então, comprometido: <EM>Viajei da França a Portugal. Fui de Cuba à Alemanha.</EM></FONT></P><STRONG>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P></STRONG>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Moral da história: Diogo estaria milionário se a faixa se exibisse assim: </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Loterias</FONT></EM></P>
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8h às 20h</FONT></EM></P>
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segunda a sábado</FONT></EM></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Motoqueiros, motociclistas e motobóis]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18145</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/4919e3eb9bfec2df95e4dfb4d4d70abb.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Motociclista, motoqueiro e motobói são sinônimos? O dicionário diz que não. Motociclista é a pessoa que dirige moto por esporte&nbsp;ou lazer. É o caso, também,&nbsp;de motoqueiro. Motobói joga em outro time. Trata-se da criatura que usa a moto para serviços pagos de entregas rápidas -- de&nbsp;pizza, documentos, remédios. O feminino? É motogirl.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>&nbsp;</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Chove chuva]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18106</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Que saudade! Cadê as flores que enfeitam os jardins, as praças, os canteiros das ruas? O sol secou. A seca comeu. O vento levou. No lugar, ficou a grama queimada. Os brasilienses olham pro alto loucos por nuvens escuras. Só vêem a explosão de azul que caracteriza o mais belo céu do Brasil. "E a chuva?", perguntam eles. A resposta não vem. Mas o verbo ganha destaque nas conversas e nas preces. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">
<P><BR>Cria-se, então, uma corrente do bem. Todos conjugam o verbo chover. Descobrem, então, que ele tem manhas. Sabe qual é? Marque a opção pra lá de certa:</P>
<P>&nbsp;</P>
<P>a. Chover é impessoal. Só se conjuga na terceira pessoa do singular.</P>
<P><BR>b. Chover é pessoal. Conjuga-se como os verbos regulares da 2ª conjugação.</P>
<P><BR>c. As opções a e b estão certinhas da silva.</P>
<P><BR>&nbsp;<BR><STRONG>E daí?</STRONG></P>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;</P><STRONG>
<P><BR></STRONG>Marcou a letra c? Viva! Acertou em cheio. Quando indica fenômeno da natureza, chover não tem sujeito. Impessoal, joga no time de nevar, ventar e chuviscar. Só se conjuga na 3ª pessoa do singular: <EM>Na estação das águas, chove continuamente no Distrito Federal. Choverá hoje? Talvez chova nos fins de agosto ou início de setembro. </EM></P>
<P><EM></EM>&nbsp;</P><EM>
<P><BR></EM>A impessoalidade é contagiosa. Os auxiliares de chover &amp; cia. se tornam também impessoais. Com eles, só a 3ª pessoa do singular tem vez: <EM>Na estação das águas, deve chover continuamente no Distrito Federal. Vai chover hoje? Talvez vá chover nos fins de agosto ou início de setembro.</EM></P><EM>
<P><BR></EM>&nbsp;<BR><STRONG>Generosidade</STRONG></P>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;</P><STRONG>
<P><BR></STRONG>A língua é mais generosa que coração de mãe. Permite que o verbo impessoal vire a casaca. Chover, abusado, não pensa duas vezes. Torna-se pessoal com o sentido de derramar, cair em abundância. Conjuga-se, então, como vender, comer e beber: <EM>Chovem processos na Vara da Infância e da Juventude. Deus chove bênçãos sobre nós. A mangueira chovia frutos maduros.&nbsp;<BR></EM>&nbsp;<BR></P>
<P><STRONG>Mãos à obra</STRONG></P>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;</P><STRONG>
<P><BR></STRONG>Merece nota mil a frase:</P>
<P><BR>a. Deve chover protestos na volta às aulas.</P>
<P><BR>b. Devem chover protestos na volta às aulas.<BR></P>
<P>&nbsp;</P>
<P>***<BR></P>
<P>&nbsp;</P>
<P>A resposta? Na próxima coluna. Até lá.</P>
<P>&nbsp;</P>
<P>***</P>
<P>&nbsp;</P>
<P>a. Na semana passada você assinalou a frase pra lá de certa. É ela:</P>
<P><BR>a. Se Deus quiser e eu me esforçar, entro na universidade este ano.</P>
<P><BR>b. Se Deus quizer e eu me esforçar, entro na universidade este ano.</P>
<P><BR>&nbsp;</P>
<P>Escolheu a letra a? Acertou. Vá em frente</FONT>.</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">(Coluna publicada no caderno <EM>Gabarito</EM>, publicada no <EM>Correio Braziliense</EM> às segundas-feiras.)</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Cora Coralina falou e disse]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18107</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><BR>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."<BR></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Provérbios revistos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18105</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em terra de cego quem tem um olho é rei? Não. É caolho. </FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Quem espera sempre alcança? Não. Cansa.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Quem ri por último ri melhor? Não mesmo. Quem ri por último é retardado, ou não entendeu a piada.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Quem tem boca vai a Roma? Pode ser. Mas, antes,&nbsp;vai ao dentista.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Quem cedo madruga Deus ajuda? Talvez. Mas fica com sono o dia inteiro.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Roupa suja se lava em casa? Sim, mas na máquina.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Os últimos serão os primeiros? Não caia nessa. Serão desclassificados.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Devagar se chega longe? Duvido. Devagar se chega atrasado.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém? Fazem sim. À galinha.</FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Quem tudo quer tudo perde? Bobagem. Quem tudo quer tudo pede.</FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Nunca deixe para amanhã o que você pode fazer hoje? Melhor: deixe pra depois de amanhã.</FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Bem-vinda, Dercy]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18095</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/71f243137469ea6c4cc97ba974a369ed.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dercy chegou ao céu. Encontrou a porta aberta. Dona e senhora do pedaço, olhos maliciosos&nbsp;e riso escancarado, mirou a paisagem humana. Lá estavam Oscarito, Mazaropi, Ronald Golias, Zezé Macedo, Mussum, Zacarias, Costinha &amp; cia. de&nbsp;gente alegre que foi na frente.&nbsp;Atrás,&nbsp;no fundo, um cartaz anunciava:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">-- Bem-vinda, Dercy.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;Curiosa, a irreverente senhora tentou descobrir quem segurava o cartaz. Oba! Era Bussunda, do Casseta &amp; Planeta. Ele acertou duas vezes -- na recepção e na grafia da palavra. <EM>Bem-vinda</EM> se escreve assim: um pedaço pra lá, o outro pra cá. Igualzinha às pernas da&nbsp;vedete. Provocada pela bateria que inundava o céu, Dercy soltou o corpo. No balanço, uma perna ia pra direita, a outra pra esquerda. A animação não pára. Até Deus caiu no samba.&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[De Serginho para Sérgio]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18041</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/172bc3c4dc6fc688ac48eff022890e09.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Cristo Redentor fazia o que sempre faz. Braços abertos sobre o Corcovado, abençoava a Cidade Maravilhosa. Cá embaixo, Sérgio Cabral entregava viaturas novas para a polícia. Aproveitou a oportunidade, claro, pra discursar. Como quem não tem nada com a história, criticava&nbsp;a violência do Rio. Fixou-se&nbsp;na matança em que ora a PM é assassina, ora vítima. Empolgado, perguntou:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">-- Que cidade é essa?</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os presentes se entreolharam. Olharam em torno. Estavam no Rio. O governador também. Pra indicar o lugar em que se está, o pronome da vez&nbsp;é <EM>esta</EM>. Se eu me refiro à sala em que me&nbsp;enontro, digo "esta sala". Se Lula fala do&nbsp;palácio onde está sentado na cadeira presidencial, dirá "este palácio". Se, em discurso inflamado no plenário do Senado Pedro Simon citar o Brasil, dirá "este país".</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Ops", concluíram os cariocas. "O governador foi mau aluno." Como o menino é o pai do homem, vale a pergunta. O Sérgio de hoje será melhor que o Serginho de ontem? Eis a questão.&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A. Pricoeur alerta]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18089</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"A língua é inocente. Ela não fala -- é falada."</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Reticências pra quê?]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18088</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Reticências são sinal de emoção", dizem alguns. "Reticências são quebra-galho de quem não tem mais nada a dizer", afirmam outros. "Reticências são coisa de preguiçoso", desqualificam muitos. "Reticências", escreveu Mário Quintana, "são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminho." </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">E daí? O mestre Antonio Sales dizia que há dois tipos de textos — o informativo e o literário. Ambos começam com letra maiúscula e terminam por ponto. A diferença é o recheio. O primeiro exibe fatos e argumentos. O segundo, talento. Por isso o artista tem licença poética. Camões, Machados, Pessoas podem tudo. Podem mudar o significado de palavras, criar palavras, pisar a gramática, desrespeitar a sintaxe e por aí vai. "Cacilda Becker morreram", escreveu Drummond na coluna que assinava no Jornal do Brasil.</FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">
<P><BR>&nbsp;<BR><STRONG>Limites</STRONG></P>
<P><STRONG></STRONG>&nbsp;</P>
<P>As demais criaturas têm limites. "Liberdade completa ninguém desfruta", alertou Graciliano Ramos. "Começamos oprimidos pela sintaxe e acabamos às voltas com o Dops." As reticências obedecem a regras. Quem escreve precisa conhecê-las. Os três pontinhos servem, sobretudo, pra indicar omissões ou truncamentos. Por que omitir ou truncar enunciados? Por duas razões:</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><BR>1. Razão prática: o autor suprime parte do texto que não lhe interessa no momento. Rocha Lima, ao publicar nova edição da <EM>Gramática normativa da língua portuguesa</EM>, transcreveu comentários de escritores brasileiros sobre a obra. Um, de Rachel de Queioz, estava muito longo. Ele lhe passou a tesoura no que não interessava: </P>
<P><BR><EM>"…mas, as voltas que o mundo dá, quem acreditava que as linhas paralelas não se encontram, desta vez se desengane; elas se encontram, sim. Tanto é que se encontram agora essas velhas paralelas de outrora: os escritores brasileiros e os seus gramáticos."</EM></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><BR>2. Razão expressiva: o escritor provoca o interlocutor, deixando por conta dele a continuação do enunciado. Vale o exemplo de Machado de Assis:</P>
<P><BR><EM>— Você quer, Bentinho?<BR>— Mamãe querendo…<BR>— Quero, meu filho.</EM></P>
<P><EM></EM>&nbsp;</P><EM>
<P><BR></EM>Às vezes, as reticências indicam um intervalo de silêncio da pessoa que fala — por hesitação, descontrole emocional ou necessidade de fazer uma reflexão: </P>
<P>&nbsp;</P>
<P><EM>— Posso sair mais cedo, professora?<BR>— Pode se…<BR>— Se o quê?<BR>— Se você… bom, se você… É isso. Conseguir autorização do seu pai.<BR></EM>&nbsp;<BR></P>
<P>Reticências? Use. Não abuse.</P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Cara de um, focinho de outro]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17637</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><BR>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;A preposição <EM>para</EM> e a terceira pessoa do singular do verbo parar (ele pára) têm a mesma cara. Para não confundi-las, acentue o verbo: <EM>O ônibus pára no sinal vermelho</EM>.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;O elemento <EM>pára</EM>, que entra na composição de alguns compostos, vem do verbo parar. Tem o sentido de proteger contra, aparar. Usa-se sempre com hífen: <EM>pára-choque, pára-brisa, pára-raios, pára-sol, pára-lama, pára-luz.</EM></FONT></P>
<P><EM><FONT face=Verdana></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Cuidado: não confunda <EM>pára</EM> com o prefixo <EM>para</EM> (paramédico, parapsicologia, paramilitar). <EM>Para</EM>, aí, significa proximidade, semelhança. Não se usa com hífen.&nbsp;<BR></FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Coisa de coruja]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18040</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/06a92b60af180316b3ba55c89cfcd438.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>João Marcelo é louco por corujas. Encanta-se, sobretudo, com a capacidade que elas têm de&nbsp;virar o pescoço pra todos os lados. Outro dia, o garotão leu a fábula "A águia e a coruja". Com ela, aprendeu o significado da palavra corujice. Ficou curioso ao ver a grafia do vocábulo com j. "Por que não é com g?", pergunta ele.&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>As palavras têm família. Se o paizão se grafa com certa letra, ela se repete em todos os filhotes. É o caso de corujice, corujinha, corujeira, corujento, que vêm de coruja. É o caso, também, de todas as formas do verbo viajar (eu viajei, que eu viaje, ele viaje, nós viajemos, eles viajem).</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Veja, João Marcelo. A 3ª pessoa do plural do presente do subjuntivo do verbo viajar (que eles viajem) se pronuncia do mesmo jeitinho que o substantivo <EM>a viagem</EM>. O nome, que não tem compromisso com a família viajar, se escreve com g. </FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Apelação]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18058</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cacciola na cadeia? Por enquanto. Os advogados dele já se mobilizaram pra conjugar o verbo que não perde a atualidade. É ele mesmo -- apelar.&nbsp;Apela-se. Apela-se da decisão. Apela-se para Deus. Para o Diabo. Ou para a ignorância. Em qualquer apelo, cuidado com a regência. A preposição faz a diferença.</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na acepção de entrar com recurso (pedido de reconsideração), é vez da preposição <EM>de</EM>: </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>O advogado apelou da sentença. O funcionário apelou da decisão.</EM> </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No sentido de recorrer, dá passagem ao <EM>para</EM>:</FONT><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O médico apelou para o bom senso do paciente. </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os sem-terra apelaram para o presidente da República. </FONT></EM></P>
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Vale a questão. Os advogados de&nbsp;Cacciola apelaram para o Superior Tribunal de Justiça. Será que usaram a preposição para? Ou tropeçaram na regênccia viciosa&nbsp;</FONT></EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">“apelar a”? Se escolheram o mau caminho, o resultado será um só -- terão o recurso indeferido.&nbsp;</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Azar do fujão.&nbsp;<BR></FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;<BR></FONT>
<UL>
<P>&nbsp;</P></UL>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Meia]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18057</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sábado é dia de cinema. Que tal um filminho jeitoso no fim da tarde? Se você é estudante ou já passou dos 60, tem privilégio. Paga meia-entrada, mais conhecida por meia. A metadinha se escreve assim, com hífen. O plural? Meias-entradas.</FONT></P>
<P><FONT face=Arial size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Arial size=4></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Você gosta?]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17953</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<DIV><FONT face=Arial size=4><SPAN class=031332918-17072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face=Arial size=4><SPAN class=031332918-17072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008>Você é fã daqueles&nbsp;legumes conservados em vinagre? Talvez nem tanto quanto os russos. Eles fazem sopa de picles. Por isso acertam sempre. A palavra picles só se usa no plural: </SPAN><EM><SPAN class=031332918-17072008>Os picles estavam ácidos. C</SPAN><SPAN class=031332918-17072008>omprei picles variados.</SPAN></EM></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A força do fraco]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18055</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Desvendado o mistério. Sabe-se, agora, por que Protógenes Queiroz abandonou a Operação Satiagraha. Ao ler carta diante de repórteres de plantão em frente à Polícia Federal de São Paulo, disse: "Entrego o inquérito que encontra-se em tramitação na PF". </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Eis a prova -- o delegado ignora a força do <EM>que.&nbsp;</EM>As três letrinhas funcionam como ímã<EM>.</EM> Atraem o pronome átono como a sereia atraiu Ulisses. Protógenes teria se mantido à frente das investigações se tivesse dito: <EM>Entrego o inquérito que se encontra em tramitação na PF.&nbsp; </EM></FONT></P>
<P><EM><FONT face=Verdana></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Quem diria, hein? A queda-de-braço entre poderes e instituições se deu por causa de um pronome.&nbsp;Fácil assim. </FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Goethe sugere]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18056</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Todos os dias deveríamos ler um bom poema, ouvir uma linda canção, contemplar um belo quadro e dizer palavras bonitas."</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Voto de Minerva]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18043</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/c609af771fdfcbfa2caa74d96a235045.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por esta Cristina Kirchner não esperava. A presidenta argentina queria porque queria aumentar os impostos sobre as exportações de grãos. Na votação da Câmara, ganhou fácil. Na do Senado, a história mudou de enredo. Deu 36 a 36. Coube ao vice-presidente do país, que preside a Câmara Alta, decidir a contenda. Ele deu o voto de Minerva. Derrotou a chefe. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A expressão <EM>voto de Minerva</EM> apareceu gloriosa nas manchetes do noticiário de rádios, jornais e tevês. Vale, por isso, conhecer a origem dos três vocábulos que dão a palavra final em disputas importantes ou nem tanto. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na Grécia, ela é Atena. Em Roma, Minerva. A deusa nasceu adulta. Veio ao mundo armada, de capacete e acompanhada de uma coruja. Ao ver a luz do dia, soltou um grito de guerra. Daquele momento em diante, tornou-se a deusa dos combates. Lutou contra gigantes e grandes guerreiros. Ganhou todas as batalhas. Por quê? Ela era muito, mas muito inteligente. Todos a chamavam de deusa da sabedoria.</FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">
<P><BR>&nbsp;<BR>Um dia, ela e Posêidon brigaram. Os dois queriam ser os maiorais de Atenas, a capital da Grécia. O povo não queria saber de derramamento de sangue. Resolveu, então, lançar um desafio. Ganharia quem oferecesse o presente mais importante ao país.</P>
<P><BR>&nbsp;<BR>Posêidon era o dono das águas. Com um tridente, bateu forte na colina da Acrópole. Milagre! Surgiu uma fonte de água salgada. Atena não deixou por menos. Cobriu o país de oliveiras, a planta da azeitona. Com o azeite de oliva, o povo iluminou a cidade, temperou a salada e fez óleos perfumados.</P>
<P><BR>&nbsp;<BR>Atena venceu a competição. Como prêmio, a capital da Grécia se chama Atenas. E a coruja, seu animal favorito, virou símbolo da sabedoria. Por isso toda faculdade de filosofia aparece com uma corujinha. É que filosofia quer dizer amigo da sabedoria.<BR>&nbsp;</P>
<P>E o tal voto de Minerva? A expressão nasceu assim: Orestes, filho de Clitenmestra, foi acusado de assassinar a mãe. No julgamento, houve empate entre os jurados. Coube a Minerva o voto decisivo, que foi em favor do réu. Voto de Minerva é, pois, o voto que decide.&nbsp;&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><BR>&nbsp;</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18037</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face="Utopia,Times New Roman" size=2>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>Na ordem direta, o sujeito vem na frente do verbo. Mas as palavras adoram passear. De vez em quando, o mandachuva vai pra trás. Aí, não dá outra. Entra no ar o problema da traseira. À menor distração, tropeçamos na concordância. Vale o exemplo de hoje: "No entanto, os moradores da capital do Acre reclamam que falta investimentos do governo". Que é que falta? Investimentos. Logo: faltam investimentos.</FONT></P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Fale Certo]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18036</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
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		<embed src='http://www.eunaotenhonome.com.br/static/flvplayer.swf' width='320' height='240' allowscriptaccess='always' allowfullscreen='true' flashvars='file=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user/18/18971/cc2891d115a43962510b904961ba3c71.flv&autostart=false&width=320&height=240&image=http://www.eunaotenhonome.com.br/videothumb?tv_vid_id=20184'/>
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		<title><![CDATA[Novidade na praça]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18010</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ops! A greve dos Correios dura 18 dias. Nada menos que 30 milhões de correspondências deixam de ser entregues por dia.&nbsp;Comerciantes deram seu jeito. Recorreram aos serviços de motofretes. Na hora de escrever&nbsp;a novidade, pintou a dúvida. É motofrete, moto-frete ou moto frete? Procura daqui, pesquisa dali, eureca! Moto, alérgica ao hífen, é pra lá de carente. Anda sempre coladinha à palavra que a acompanha: <EM>mototáxi, motocontínuo, motoentrega</EM>.</FONT></P>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Beleza pura]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=18004</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/09dff85696f1cc7cf7eeac636005279e.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Você viu? O Itamar Diogo dos Santos viu. Inconformado, pegou o celular, fotografou e mandou a prova&nbsp;pro blog.&nbsp;A bela manequim em bela pose não merece o tratamento dado ao produto que&nbsp;ela vende. <EM>Biquíni</EM> é paroxítona terminada em i. Joga no time de táxi e beribéri. Vem, acento.&nbsp;&nbsp;</FONT></P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[No xilindró]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17989</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/e5e0bae9d41ea2ee74b0b70fd2ba9349.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Do Cassino Montecarlo ao presídio Bangu 8 -- eis a trajetória do simpático ex-banqueiro Salvatore Cacciola. Ele quis escapar da cadeia. Não conseguiu. Parou em Bangu 8. Que medão! Na trajetória, aprendeu uma lição. Bangu joga no time de caju e urubu. Oxítona terminada em u, não pede grampinho nem a pedido de Deus.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Não confunda Bangu com baú. Baú é, também, oxítona terminada em u. Mas ganha acento. O agudão se explica pela necessidade de quebrar o ditongo.&nbsp;Para tanto, o u preenche quatro condições. Uma: é tônico. Duas: é antecedido de vogal. Três: forma sílaba sozinho ou com s. A última: não é seguido de nh. Ufa!</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>&nbsp;&nbsp;</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Do contra]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17987</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/f3ea5b09abfc6a3c75c2b0b6d5dee386.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Gente! Veja a descoberta do Elder. Ele navegava na internet. Louco por carros, parou na imagem do Clio. Leu com cuidado as especificações do quatro rodas que lhe excita os desejos. Foi então que viu um tal de "dispositivo anti-trânsito". Suspirou desanimado. Será que poderia confiar num veículo que atropela a língua? </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">É que o prefixo anti- tem manhas. Só aceita hífen quando seguido de h, r, s (anti-histórico, anti-sistema, anti-renúncia). Nos demais casos, como antitrânsito, anticristo e antiimperialismo, é tudo colado.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Olho vivo! Às vezes, o anti- se liga a nome próprio em substituição a <EM>contra</EM>. Fica, então, o dito pelo não dito. O tracinho pede passagem: <EM>anti-Lula, anti-Bush, anti-Polícia Federal.</EM></FONT></P>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Você sabia?]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17978</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As palavras têm histórias. Algumas nascem sem querer. É o caso de boicote. Boycott era o sobrenome de um rico capitão irlandês. O homem se comportava mal à beça. Pra lá de desleal com a concorrência, adorava passar os outros pra trás. Um dia a casa caiu. Foi em 1880. O sabido recebeu uma espécie de veto comercial. Inaugurou-se o boicote, derivado do nome dele.</FONT></P>
<DIV><FONT face=Arial size=4><SPAN class=031332918-17072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Sem privilégio]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17977</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">ONG tem plural? Tem. Como as demais siglas, basta acrescentar um <STRONG>s</STRONG> minúsculo no final: organizações não-governamentais (ONGs), medidas provisórias (MPs), polícias militares (PMs).</FONT></P>
		]]>
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		<title><![CDATA[Diogo Mainardi escreveu]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17976</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Nivelamos o ensino por baixo, com um português simplificado, de vocabulário cada vez mais pobre e gramática cada vez mais torta."</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Manhas manhosas]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17975</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Empregar os verbos como manda o figurino é... prestar atenção àsmanhas do <EM>talvez</EM>. Quando vem antes do verbo, ele exige o subjuntivo. Quando vem depois, o indicativo: <EM>Talvez seja diferente. É, talvez, diferente dos irmãos.</EM></FONT></P>
		]]>
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		<title><![CDATA[Xô, satanás]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17973</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A inflação está de volta. Valha-nos, Deus! Ninguém quer reprisar o pesadelo dos preços que sobem sem parar, do salário menor que o mês, do barulho da maquininha de remarcação do supermercado -- sobretudo agora, quando a gente abusou das compras parceladas em 10 vezes, deitou e rolou. O que fazer?</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Saia fora do vermelho", aconselham os economistas a torto e a direito. Talvez tenham acertado na prescrição, mas desperdiçaram palavras.&nbsp;<EM>Sai fora</EM> é pleonasmo puro. (Sair é sempre pra fora.) Joga no time do subir pra cima, descer pra baixo, entrar pra dentro, manter a mesma, ganhar de graça.</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008>&nbsp;&nbsp; "Saia do vermelho" é suficiente. O recado está pra lá de dado.</SPAN></FONT></P>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
		]]>
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		<title><![CDATA[Dicas de Concurso]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17965</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P align=center><EMBED src=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/flvplayer.swf width=320 height=240 type=application/x-shockwave-flash flashvars="file=http://www.correiobraziliense.com.br/videos/dad_17_07.flv&amp;autostart=false&amp;width&#13;&#10;&#13;&#10;&#13;&#10;=320&amp;height=240" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"> </P>
		]]>
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		<title><![CDATA[Eu também quero]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17963</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/2cec7e6094da8b3472b0e448b4b4f402.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Você sabia? O banqueiro Daniel Dantas, que ofereceu US$ 1 milhão como cala-boca a policial federal, não paga Imposto de Renda. Melhor: de 2001 a 2005 &nbsp;teve restituição do dinheirinho adiantado à Receita. De lá pra cá, empata. </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nem paga nem recebe.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Que inveja! Eu também quero. Prefiro entrar no time dos que levam troco do leão. Pra tanto, o rei da bicharada vai conjugar o verbo restituir.&nbsp;Terá cuidado na 3ª pessoa. Como possuir e contribuir, dará vez ao <STRONG>i</STRONG>, não ao <STRONG>e</STRONG>:&nbsp;<EM>ele restitui (possui, contribui).&nbsp;</EM></FONT></P>
<P><EM><FONT face=Verdana></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P><FONT face=Verdana>Quem vai nessa?</FONT></P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17956</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">
<P>&nbsp;</P>
<P>Os espinhos mais dolorosos da língua? Há vários. Um deles é o pronome relativo. O outro, o pronome relativo preposicionado. Hoje tropeçamos no segundo. "A viagem de férias para Minas Gerais seria um dos poucos momentos que a família do caminhoneiro Hermes Delfino Pereira estaria reunida", escrevemos na pág. 17. Melhor: …<I>seria um dos poucos momentos <B>em</B> que a família do caminhoneiro Hermes Delfino Pereira estaria reunida</I>.</P></FONT>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O substituível]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17955</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face=Arial size=4></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Banqueiros nas malhas da polícia? Só há uma explicação. Eles se esqueceram do verbo precaver-se. O cuidadoso&nbsp;significa acautelar-se, prevenir-se, ficar de sobreaviso. Apesar das aparências, não tem parentesco com o verbo <EM>ver</EM>. Um nada tem a ver com o outro.</FONT></P>
<P><FONT face=Verdana></FONT>&nbsp;</P>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008>Cheio de não-me-toques, precaver-se não se conjuga em todas as formas. No presente do indicativo, só o nós e o vós têm vez: <EM>nós nos precavemos, vós vos precaveis.</EM></SPAN></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008><EM></EM></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008>A ausência do <EM>eu </EM>no presente do indicativo faz estragos. Torna o coitado um aleijão. Nada de presente do subjuntivo e do imperativo negativo. Do imperativo afirmativo, só o <EM>precavei vós</EM>.</SPAN></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008>Em compensação, os pretéritos perfeito e imperfeito estão aí, inteirinhos: <EM>precavi, precaveste, precaviu, precavemos, precavestes, precaveram; precavia, precavias, precavia, precavíamos, precavias, precaviam</EM>.</SPAN></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008>Atenção, descuidado. Não existem as formas precavejo, precaveja, precavém, precavenha, precaveja. Não caia na tentação. Esqueça esas formas. No aperto, troque o precaver por prevenir ou acautelar-se. De insubstituíveis o cemitério está assim, ó.</SPAN></FONT></DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
<DIV><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><SPAN class=031332918-17072008></SPAN></FONT>&nbsp;</DIV>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Ducha de água fria]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17931</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/8a958813f525acaaf1ecfff65283d0fc.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Falou em rádio FM? A moçada se anima. A duplinha, sinônimo de música, excita o corpo e a imaginação. Mas esse anúncio... Em vez de estimular, desanimou. É que os jovens estão pra lá de exigentes. Sabem que quem chega chega <STRONG>a</STRONG> algum lugar. O texto fala em "chegar na Ilustrada". Bobeou. Respeitada a regência, diria "chegar <STRONG>à</STRONG> Ilustrada". Não disse. Perdeu audiência. </FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O cozinheiro de mão cheia]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17926</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/7060d2a37570e1319a8728ea7acbeaaf.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As prisões cariocas estão em polvorosa.&nbsp;Querem porque querem hospedar Salvatore Cacciola. Sabe por quê? O homem é cozinheiro de mão cheia. Em 2002, quando ficou preso por alguns dias, transformou a cadeia em restaurante de luxo. Mandava comprar as melhores carnes, os melhores cereais, as melhores especiarias, as melhores bebidas e se mandava pra cozinha. </FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na hora de servir, não discriminava convidados. Presos, soldados, carcereiros se banqueteavam à farta. Educados, sentavam-se <STRONG>à</STRONG> mesa para comer. Em respeito ao cozinheiro, nenhum deles se sentava na mesa. Assim, não disputavam lugar com as delícias que fazem inveja aos Piantelas da vida.</FONT></P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Mentirinha]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17924</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"É uma pseudocrise", disse Tarso Genro ao falar do troca-troca na Polícia Federal. "O delegado Protógenes saiu porque vai estudar. É bom." Ninguém acreditou. Mas valeu a dica. O ministro da Justiça recorreu a&nbsp;palavra grega para dar o recado. <EM>Pseudo </EM>significa falso. Pseudônimo, por exemplo, significa falso nome.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Como prefixo, <EM>pseudo</EM>- exige hífen antes de <STRONG>vogal</STRONG>, <STRONG>h</STRONG>, <STRONG>r</STRONG>, <STRONG>s</STRONG>. No mais, é tudo colado: <EM>pseudo-anemia, pseudo-histórico, pseudo-regime, pseudo-sistema, pseudicríticas, pseudoprofetas, pseudolivro.</EM> </FONT></P>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[História e estória]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17914</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os folcloristas andavam chateados. Achavam a palavra <I>história</I> muito genérica. Queriam uma só para eles. Significaria conto popular, narrativa de ficção. Opor-se-ia a história, baseada em documentos. Em 1942, surgiu a oportunidade. Criaram <I>estória</I>. Guimarães Rosa deu-lhes força. Publicou o livro <EM>Primeiras estórias.</EM></FONT></P>
<P><EM><FONT face=Verdana></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O neologismo está lá, no dicionário. Mas não pegou. Lingüistas e dicionaristas recomendam <I>história</I> em qualquer contexto: <EM>História do Brasil, histórias da carochinha.</EM></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[O depoimento de Daniel Dantas]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17912</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Meu aluno mais brilhante? Daniel Dantas. O segundo? Daniel Dantas. O terceiro? Daniel Dantas. O quarto, quinto, sexto, décimo? Daniel Dantas." Assim Mário Henrique Simonsen se referia ao discípulo. Sorte que&nbsp;o mestre&nbsp;morreu antes do depoimento de hoje. Diante de delegados, advogados e procuradores, o baqueiro se manteve calado.Provou que desconhece a conjugação do verbo depor.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Vale jogar luz na escuridão. Depor é filhote de pôr. Ambos têm dois pontos em comum. Um: flexionam-se do mesmo jeitinho. O outro: têm alergia ao z. Sempre que a lanterninha do alfabeto soa, o s pede passagem: <EM>eu pus (depus), ele pôs (depôs), nós pusemos (depusemos), eles puseram (depuseram); quando eu puser (depuser), ele&nbsp;puser (depuser), nós pusermos (depusermos), eles puserem (depuserem); se eu pusesse (depusesse), ele pusesse (depusesse), nós puséssemos (depuséssemos), eles pusessem (depusessem).</EM></FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM></EM></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">É isso.</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[É piso, gente]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17911</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">É lei. Até 2010, nenhum professor pode ganhar menos de R$ 950. Sancionado hoje, o piso nacional do magistério mereceu cerimônia de luxo no Palácio do Planalto. Ao comentar a novidade, políticos falavam em "piso mínimo". Redundância, não? Todo piso é mínimo. O adjetivo sobra. Xô!</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[erramos]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17904</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<DIV><FONT face=Arial><FONT face=Utopia>
<P><FONT size=2></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Vale lembrar que, confrontados sobre a origem da discussão dos cargos, as lideranças disseram que se recordavam vagamente de ter assinado um documento", escrevemos na pág. 2. Um período, dois problemas. O primeiro trata de regência (<I>confrontado</I> exige a preposição <I>com</I>, não sobre). O segundo, de concordância (confrontad<B>o</B>s…<B>as</B> lideranças). Corrigido, o texto fica assim: : <I>Vale lembrar que, confrontad<B>a</B>s <B>com</B> a origem da discussão dos cargos, as lideranças disseram que se recordavam vagamente de ter assinado um documento. </P></I></FONT></FONT></FONT></DIV>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Virou brasileira]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17895</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Stress ganhou nacionalidade brasileira. Virou estresse.</FONT></P>
		]]>
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		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Grandona ou pequenina?]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17894</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<FONT size=2>&nbsp;</FONT>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Medida provisória, lei, decreto, portaria, ordem de serviço - inicial maiúscula ou minúscula? Depende. Quando se especifica o número ou o nome, vira nome próprio. Letra maiúscula: <EM>Lei nº 1.512, de 21.1.94; Medida Provisória 452; Decreto 9.134; Lei Afonso Arinos, Lei Antitruste.</EM></FONT></P>
<P><EM><FONT face=Verdana></FONT></EM>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na segunda referência ou na ausência de número, letra minúscula: </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A Medida Provisória nº 542, de 30.6.94, criou o real. Depois de sucessivas reedições, a medida provisória foi transformada na Lei 9.069, de 30.6.95.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Artigos, parágrafos e incisos são coisas menores. Letra minúscula sempre.</FONT></P>
		]]>
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		</item>
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		<title><![CDATA[Fale Certo]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17886</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		
<div style="text-align: center;"><embed src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/flvplayer.swf" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="file=http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user/20/20290/e3f4c298651249557a06da68e2f2ca9e.flv&amp;autostart=false&amp;width=320&amp;height=240&amp;image=http://www.eunaotenhonome.com.br/videothumb?tv_vid_id=20144" width="320" height="240"></div>
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		<title><![CDATA[Operação Panos Quentes]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17869</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><IMG src="http://www.eunaotenhonome.com.br/static/user//18/18971/4d6996c6aad07b5e4f0e1619175dc6be.jpg"></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O bate-boca foi um pega-pra-capar. De um lado, o presidente do Supremo Tribunal Federal. De outro, o ministro da Justiça. A coisa esquentou de tal forma que se anunciava crise entre poderes. Lulinha Paz e Amor entrou na roda. Reuniu&nbsp;as duas excelências e conjugou o verbo mediar. Acertou. Ele sabe que mediar se flexiona como odiar: <EM>eu odeio (medeio), ele odeia (medeia), nós odiamos (mediamos), eles odeiam (medeiam).&nbsp;</EM>Palmas pra ele.</FONT></P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P>
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		<title><![CDATA[O polêmico]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17834</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">
<P><BR>&nbsp;O pronominal mais polêmico? É suicidar-se. Suicidar-se é sempre pronominal. Pronominal tão assumido que os dicionários não registram a forma suicidar. O se não se desgruda nem a pedido do Todo-Poderoso. </P>
<P><BR>&nbsp;<BR>Quem conhece a origem do verbo acha estranho. O caprichoso vem do latim. É formado de sui (de si, a si) + cídio (matar). Significa matar a si mesmo. No duro, não precisaria do se. Mas o teimoso bate pé. Exige o pronome e não abre: eu me suicido, ele se suicida, nós nos suicidamos, eles se suicidam.</P>
<P><BR>&nbsp;<BR>Resumo da opereta: manda quem pode, obedece quem tem juízo. PT saudações.</FONT></P>
		]]>
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		<title><![CDATA[Operação Apareceu a Margarida]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17810</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
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		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P><BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A Justiça Federal manda prender. O Supremo Tribunal Federal manda soltar. Insistente, a Justiça Federal manda prender outra vez. Teimoso, o Supremo Tribunal Federal manda soltar de novo. O vai-e-vem animou Humberto Braz. "Se as togas não se entendem", pensou ele, "não tenho o que temer. Vou dar as caras." Deu.&nbsp;</FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">
<P><BR>&nbsp;<BR>Teve início, então, a Operação Apareceu a Margarida. Quando a Operação Satiagraha ganhou as páginas dos jornais e as telas da tevê, o braço direito de Daniel Dantas sumiu. Ficou à espreita pra ver a evolução dos fatos. No domingo, respirou aliviado. De malas e cuias, bateu às portas da Polícia Federal. </P>
<P><BR>&nbsp;<BR>Entrou em cartaz o verbo entregar. O trissílabo compõe uma família que faz estragos à língua e desmoraliza falantes. Entre seus membros, destacam-se aposentar, formar e apaixonar. Trata-se dos senhores pronominais. Em certas construções, eles exigem a companhia do pronome. Mas sovinas lhe negam a companhia. É um deus-nos-acuda.</P>
<P><BR></FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG></STRONG></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>Encenação</STRONG></FONT></P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>
<P><BR></STRONG>&nbsp;<BR>Imagine a cena. Fátima Bernardes abre o <EM>Jornal Nacional</EM> com a chamada:</P>
<P><BR>-- Humberto Braz apresenta à Polícia Federal.</P>
<P><BR>Curiosos, os brasileiros perguntariam:</P>
<P><BR>-- Apresenta quem? Ou apresenta o quê? </P>
<P><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <BR>Essa história ocorre com alguns verbos transitivos diretos. Coitados! Incompletos, eles não conseguem dar o recado sozinhos. Precisam de socorro -- o objeto direto que duramente aprendemos na escola. Lembra-se da fórmula?</P>
<P><BR>&nbsp;<BR>Tomemos o exemplo de apresentar. Quem apresenta apresenta alguém ou alguma coisa:</P>
<P><BR>&nbsp;<BR><EM>Humberto Braz apresentou o policial a Daniel Dantas</EM>. (Policial é o objeto direto.)</P>
<P><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <BR><EM>Humberto Braz apresentou a dinheirama ao policial</EM>. (Dinheirama é o objeto direto.)</P>
<P><BR>&nbsp;<BR>&nbsp;<BR><STRONG>Artimanhas</STRONG></P><STRONG>
<P><BR></STRONG>&nbsp;<BR>&nbsp;A língua é cheia de artimanhas. Às vezes a mesma pessoa pratica e sofre a ação. É, ao mesmo tempo, sujeito e objeto direto. Aí, o pronome átono funciona como complemento. Veja:</P>
<P><BR>&nbsp;<BR><EM>Humberto Braz se apresentou à Polícia Federal.</EM></P><EM>
<P><BR></EM>&nbsp;<BR>Polivalente, o sujeito, Humberto Braz, apresenta e é apresentado. <EM>Se</EM> é o objeto direto.</P>
<P><BR>&nbsp;<BR><STRONG>Outros exemplos</STRONG></P>
<P><BR>&nbsp;<BR><EM>Eu me feri. </EM></P>
<P>(O sujeito, eu, fere e é ferido. Me é o objeto direto.)<BR>&nbsp;<BR></P>
<P><EM>Paulo se aposentou há dois anos</EM>.</P>
<P><BR>(O INSS aposenta o trabalhador. O trabalhador se aposenta.)<BR>&nbsp;<BR></P>
<P><EM>João se formou na USP</EM>.</P>
<P><BR>(A USP forma estudantes. Estudantes se formam.)</P>
<P><BR>&nbsp;<BR><EM>Daniel Dantas se apaixonou pela competência de Humberto Braz.</EM></P>
<P><EM><BR></EM>&nbsp;(A competência apaixona alguém. Alguém se apaixona.)</FONT></P>
<P><BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>Mais exemplos?</STRONG></FONT></P>
<P><BR><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>Acender</EM> (alguém acende a luz, mas a luz acende-se), <EM>apagar</EM> (alguém apaga a luz, mas a luz apaga-se), <EM>complicar</EM> (alguém complica a vida de outro, mas ele se complica), <EM>derreter</EM> (o calor derrete o sorvete, mas o sorvete se derrete), <EM>encerrar</EM> (o apresentador encerra o programa, mas o programa se encerra), <EM>esgotar</EM> (o repórter esgota a matéria, mas a matéria se esgota), <EM>estragar</EM> (o sol estraga a fruta, mas a fruta se estraga), <EM>esvaziar</EM> (o líder esvaziou a sessão, mas a sessão se esvaziou), <EM>iniciar</EM> (o presidente inicia a reunião, mas a reunião se inicia).</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[A capoeira que encanta]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17839</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR"><?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /><o:p>&nbsp;</o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR"></SPAN>&nbsp;</P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><FONT size=3><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR">Viva! A capoeira subiu de status. Tornou-se patrimônio cultural do Brasil. A honra é pra lá de merecida. O esporte que parece dança&nbsp;homenageia os olhos.&nbsp;</SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR">Os participantes viram cambalhotas, dão saltos mortais, fazem estrelinhas no ar. É uma festa.</SPAN></FONT></FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR"><o:p></o:p></SPAN><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR"><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>A capoeira veio da África. Mas ganhou o nome aqui. Foi há muitos e muitos anos. Sabe como foi? Os escravos vendiam animais no mercado. Levavam a bicharada em gaiolas ou cestos. Alguns bichos eram castrados. Por isso se chamavam <I style="mso-bidi-font-style: normal">capões</I>.</FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR"><o:p></o:p></SPAN><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;</FONT></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR"><FONT size=3><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Enquanto descansavam, os vendedores exibiam o jogo de agilidade que nós conhecemos. O público parava para apreciar a graça e beleza dos movimentos. Com o tempo, os escravos foram chamados de <I style="mso-bidi-font-style: normal">capoeiros</I>. E o jogo virou <I style="mso-bidi-font-style: normal">capoeira</I>. Dá pra ver de onde veio o nome? É isso mesmo. De <I style="mso-bidi-font-style: normal">capão</I>.<o:p></o:p></FONT></FONT></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"><SPAN style="FONT-SIZE: 14pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR"><o:p><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size=3>&nbsp;</FONT></o:p></SPAN></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Nem tanto ao céu nem tanto ao mar]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17830</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Arnaldo Jabor conta: "Há um tempo quebrei o braço. E, creio, meu pobre estilo melhorou, pois tinha de escrever com um dedo só e a dor me obrigava a períodos menores. A frase menor dói menos. Tirei adjetivos, não perfumei palavras."</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ele aprendeu com dor lição que vem de lonnnnnnnnnnnnnnge. Montaigne, há 400 anos, ensinou: "O estilo deve ter três virtudes -- clareza, clareza e clareza". Como chegar lá? Há saídas. Uma delas:&nbsp;fugir das frases quilométricas, as que se perdem no caminho e se esquecem de termimar.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&nbsp;Vinicius de Moraes deu a receita. "Uma frase longa", disse ele, "não é nada mais que duas curtas." É isso. Transforme as frases compridas em curtas. Como? Use pontos. Eis duas dicas:&nbsp;</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><STRONG>1. Substitua o gerúndio por ponto</STRONG></FONT></P>
<P><STRONG><FONT face=Verdana></FONT></STRONG>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><EM>A Justiça Federal e o Supremo Tribunal Federal se desentenderam na operação que pôs Daniel Dantas, Naji Nahas, Celso Pitta &amp; cia. na cadeia tornando públicas, com o bate-boca,&nbsp;as desavenças entre as instâncias</EM>.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ponhamos em prática a dica:</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">
<P><EM><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A Justiça Federal e o Supremo Tribunal Federal se desentenderam na operação que pôs Daniel Dantas, Naji Nahas, Celso Pitta &amp; cia. na cadeia. Tornaram públicas, com o bate-boca,&nbsp;</FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">as desavenças entre as instâncias.</FONT></EM></P>
<P><EM></EM>&nbsp;</P>
<P><STRONG>2. Troque a oração coordenada por oração absoluta</STRONG></P>
<P>&nbsp;</P>
<P><EM>Cheguei, tarde da noite, à pousada que havia reservado, meio de improviso,&nbsp;com ajuda da agência de viagem; vi hóspedes meio estranhos que trocavam sinais por meio de olhares, fiquei assustado e caí fora.</EM></P>
<P><EM></EM>&nbsp;</P>
<P>Venham, pontos:</P>
<P>&nbsp;</P>
<P><EM>Cheguei, tarde da noite, à pousada que havia reservado, meio de improviso,&nbsp;com ajuda da agência de viagem. Vi hóspedes meio estranhos que trocavam sinais por meio de olhares. Fiquei assustado e caí fora.</EM></P>
<P>&nbsp;</P>
<P>Só frases curtas têm vez? Claro que não. Prefira as curtas. Mas não casse as longas. Como diz o outro, nem tanto ao céu nem tanto ao mar. Fique com a coluna do meio.</P>
<P>&nbsp;</P>
<P>&nbsp;</P></FONT>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Federico Fellini ensinou]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17822</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Existem três formas de tempo: o passado, o presente e o reino da fantasia."</FONT></P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Etc. e tal]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17806</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira, 25 de julho de 2008</pubDate>-->
		<description>
		<![CDATA[
		<img src="http://www.eunaotenhonome.com.br/tv/avatar?a=/18/18971"/>
		<P>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Vírgula antes do etc.? Eta briga antiga! Os gramáticos não se entendem. Alguns dizem que sim. Outros que não. As três letrinhas vêm do latim. Na língua dos Césares, significavam "e tantas coisas". Na sigla aparece o <EM>e</EM>. Daí o mal-entendido.</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os virgulinos apresentam sua razão. "Com o tempo", dizem eles, perdeu-se a noção do <EM>e</EM>. Deve-se considerar o etc. como uma palavra qualquer." </FONT><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os outros ficam apegados à origem do trio. "Se na palavra está embutido o <EM>e</EM>", argumentam, "para que a vírgula? É comer pão com pão."</FONT></P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></FONT>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">E daí? Com vírgula ou sem vírgula? Você escolhe. Com ou sem, a alternativa é acertar, ou acertar: <EM>Comprei laranja, ameixa, abacaxi, pêra, etc. Comprei laranja, ameixa, abacaxi, pêra etc.</EM></FONT></P>
<P><EM></EM>&nbsp;</P>
<P><FONT face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Olho vivo. A vírgula depende do humor do freguês. O ponto não. Esteja onde estiver o etc., o ponto o acompanhará. Se coincidir com o ponto final, o ponto do etc. vale por dois: <EM>O etc. é recurso de preguiçoso. A gente pode muito bem viver&nbsp;sem ele. Por isso, jamais uso o etc.&nbsp;</EM></FONT></P>
<P><EM></EM>&nbsp;</P>
		]]>
		</description>
		</item>
		<item>

		<title><![CDATA[Dia de São Nunca]]></title>
		    <author><![CDATA[Dad Squarisi]]></author>

		<link>http://www.eunaotenhonome.com.br/blogdadad/blog/blogdaddad?tv_pos_id=17804</link>
		<!--<pubDate>Sexta-feira,