Um estudo do competentíssimo professor do Ipea, Márcio Pochmann, confirma aquilo que a maioria dos brasileiros sente no bolso. A riqueza está nas mãos de poucos e os pobres pagam mais impostos do que os ricos. A conclusão do estudo foi apresentada nesta semana ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e indica a necessidade urgente de uma reforma fiscal no país.
Veja bem: os 10% mais ricos no Brasil detêm 75,4% da riqueza total. Lendo ao contrário: 90% da população dispõe de apenas 24,6% da renda e bens. Mesmo com todas as mudanças políticas e econômicas pelas quais passaram os brasileiros, a distribuição da riqueza no país ainda é muito, muito ruim.

Contraste entre pobres e ricos é mais forte no Brasil
E o pior: o dinheiro arrecadado com os impostos, que poderia ajudar a corrigir certas distorções, provendo os brasileiros menos afortunados com serviços dignos de transporte, saúde, educação, não chega de volta ao contribuinte como deveria. A carga tributária bruta alcançou 35,7% do PIB no ano passado, mas a carga tributária líqüida (o que o governo arrecada menos o que retorna às mãos dos cidadãos por meio das transferências de renda, como benefícios previdenciários e assistenciais) foi de apenas 12,1% em 2005.
E ainda não acabou: no Brasil, os tributos indiretos, que incidem sobre o consumo, têm peso maior que os tributos diretos, calculados sobre a renda. Por isso, quem ganha menos paga mais. Os 10% mais pobres entregam 32,8% da renda ao governo em forma de impostos, enquanto que os 10% mais ricos repassam apenas 22,7%.
E os brasileiros continuam a tolerar isso, pacificamente...
Gente, está na hora de reagir. Reforma tributária já!
E você, o que acha? Participe! Mande seu comentário!
A demissão de Marina Silva teve pelo menos uma boa conseqüência: nunca se falou tanto da importância do meio ambiente no Brasil como agora. Faça uma experiência, dê uma olhada na imprensa, note quantas páginas e minutos estão sendo dedicados à substituição da senadora por Carlos Minc. Jamais houve tanto espaço na mídia!

A que sai...

... e o que entra.
Antigamente, a maioria dos brasileiros nem sabia quem era o demissionário nem o sucessor. Agora, até parece que a saída foi do ministro da Fazenda! Ainda bem. Ave, Marina!
E você? Lamentou a saída de Marina Silva ou acha que ela estava atrapalhando o desenvolvimento do Brasil? Está preocupado com o Meio Ambiente? Acha que a imprensa dá pouco ou muito espaço pro tema? Comente já!
A notícia de que até o fim do ano será lançada a licitação para nova linha do metrô de BH é um sopro de esperança pra quem vê a obra inacabada há mais de 20 anos. Mas fica a dúvida: em ano eleitoral, dá pra acreditar em anúncios de políticos?

Metrô não sai do lugar...
O metrô está sendo usado de novo como bandeira de campanha eleitoral ou agora é pra valer? A participação de capital privado é a saída para a construção? Você dá mais um voto de confiança aos administradores públicos da capital?
Comente agora!
O estudo do engenheiro Frederico Rodrigues, mostrando que ônibus é a solução para o trânsito de BH é, mais do que uma proposta, uma luz em meio a um debate obscurecido pela insistência em se terminar o metrô.

Engarrafamento na avenida do Contorno em BH
O metrô da capital mineira é motivo de vergonha nacional. Iniciado há mais de 20 anos, ainda não foi terminado. Pelo contrário, só tem uma linha pronta, o resto é papo furado, e tome manobras pra liberar verbas que só têm objetivos eleitoreiros mas não melhoram o transporte coletivo na cidade.
Outras cidades começaram seus metrôs muito depois de nós e já estão muito à frente, sinal claro da incompetência – ou omissão - nesse aspecto de nossas bancadas federais e da prefeitura em encontrar a chave do cofre para liberar os recursos.
E o mais grave: a imprensa continua cega, embarcando na conversa dos políticos, que fazem do metrô uma bandeira há duas décadas, sem que o problema seja resolvido.
METRÔ NÃO VAI RESOLVER O PROBLEMA DE BH SIMPLESMENTE PORQUE ELE NÃO VAI SER CONCLUÍDO NEM AGORA NEM DAQUI A 50 ANOS.
Então, precisamos sair desse debate míope e discutir outras soluções para BH. Por exemplo, o sistema de ônibus de Curitiba, implantado pelo prefeito Jaime Lerner, engenheiro capaz e criativo, que concebeu um modelo parecido com o do metrô, mas usando ônibus.

Pistas exclusivas em Curitiba
Em Curitiba, os ônibus têm pistas ou faixas exclusivas (como os trens do metrô), estações fechadas de passageiros(como os trens do metrô), que permitem o uso de várias linhas por sistema de baldeações no período de validade do bilhete, os coletivos passam de 40 em 40 segundos (como os trens de metrô, ou talvez até melhor, em alguns casos), entre outras vantagens.

Estação tubo permite troca de ônibus
Resultado: muita gente deixa o carro em casa pra usar um transporte público eficente, rápido, que leva o passageiro de perto da casa dele para perto do trabalho ou de qualquer outra lugar na capital paranaense. Tudo isso sem ter de furar buraco (caríssimo), sem ter de comprar vagões de trem (caríssimos), sem ficar dependendo de políticos (caríssimos).
OS PARANAENSES, HÁ MUITOS ANOS, DÃO SHOW NOS MINEIROS, VERDADE SEJA DITA.
Se você quiser conhecer o sistema de transporte coletivo de Curitiba com detalhes, clique aqui.
Então, eu convoco a imprensa mineira e a população de BH a botar em pauta esse tema e a pensar o transporte coletivo sem partir da premissa de que a solução é metrô. Vamos ser um pouco criativos e sair da mesmice, antes que a BHTrans venha com a maldita proposta de rodízio de carros. Uma cidade, cuja administração municipal, independentemente de partidos, foi incapaz de resolver um de seus problemas mais críticos, vai empurrar a solução para o contribuinte que paga impostos e ele ficará sem seus direitos.
E VOCÊ, O QUE ACHA? BH DEVE INSISTIR NA CONSTRUÇÃO DO METRÔ? SE A CIDADE TIVESSE UM SISTEMA EFICIENTE DE ÔNIBUS, DEIXARIA O CARRO EM CASA? VOCÊ É CONTRA OU A FAVOR DO RODÍZIO DE CARROS? MANDE JÁ SUA OPINIÃO!
Ler que o pão é o vilão da inflação é duro, né? Pôxa, não poderia ser o jiló? Ou a abóbora (ih, já sei que a turma que adora abóbora e seus derivados, abobrinha, moranga etc vai chiar...)? E a jaca? Por que a jaca não é a vilã? Logo o pão??

Pão é uma coisa maravilhosa. Uma bela mesa de jantar tem que ter sempre pão. De preferência, quentinho, recém-saído do forno, crocante, daqueles em que se passa uma boa quantidade de manteiga e ela derrete, esperando a primeira mordida...
E o pão com queijos e vinhos? Há combinação tão apropriada e deliciosa como essa?
Pra não falar dos sanduíches, que nos permitem as misturas mais criativas, extravagantes, gostosas. Cachorro quente, hamburger, misto quente...
E alguém sabe aonde está o pão mais gostoso do mundo? O crítico de gastronomia americano Jeffrey Steingarten sabe. No espetacular livro O Homem Que Comeu de Tudo, o autor aponta o pão da boulangerie Poilâne, em Paris, como o melhor pão do planeta. Tudo por causa da habilidade do padeiro Lionel Poilâne nas misturas e da escolha da farinha certa.

Boulangerie Poilâne
E não é que eu comi até desse pão sem saber, quando passei férias em Paris certa vez? Fiquei exatamente na rua da boulangerie, no 16 arrondissment...
E você? Gosta de pão? O que acha do pão da padaria em que costuma comprar? Tem receitas gostosas com pão? Participe desse blog, mande seu comentário!
A retirada de pauta do projeto que proíbe a veiculação de comerciais de cerveja entre 6 da manhã e 9 da noite é, na minha opinião, uma derrota pesada para as entidades que defendem os direitos de crianças e adolescentes.
Há um movimento no país, ainda pequeno, mas crescente, que prega alterações profundas na veiculação de comerciais na TV. Isso gerou até um projeto de lei, do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que proíbe a propaganda comercial para crianças.
Exploração da ingenuidade?
Especialistas alegam que a criança é um ser em crescimento e que, ao ser submetida a um comercial, usa o inconsciente para estimular o desejo de posse. Já os publicitários argumentam que a propaganda contribui para a educação, a orientação e desenvolver o senso crítico.
No caso da cerveja, a permissão para que se veicule comerciais a partir de 6 da manhã, de forma incontestável, submete os menores de idade a valores e produtos que não deveriam fazer parte do universo delas: bebidas alcoólicas, sexo (todas as propagandas de cerveja têm mulheres nuas/seminuas associadas aos copos), boa vida (praia, carros, roda de pagode, baladas). Não é possível que isso faça bem a alguém que está na fase de estudar, aprender a importância do trabalho, a formar os valores morais e sociais de que todo cidadão necessita.
Já o ministério da Justiça tem uma proposta intermediária: classificar as propagandas por faixa etária, assim como acontece com os programas de TV.
E você, o que pensa? É contra ou a favor da veiculação liberada de comerciais? Anúncio de cerveja no horário da manhã, nos intervalos dos desenhos animados pode? Mande sua opinião!
A fiscalização contra a pirataria é como o combate às drogas. Vira e mexe a Polícia ou a fiscalização “quebra” o mercado com uma grande apreensão, mas a indústria da pirataria (assim como a das drogas) sobrevive e volta firme.
Um dos principais motivos pra que isso aconteça é que a pirataria, assim como as drogas, tem mercado garantido. Pesquisa da Federação do Comércio, realizada no ano passado, revela que 93% dos consumidores preferem produtos piratas por causa do preço mais baixo. Assim, como combater um crime que tem as duas pontas, a da venda e a da compra, interessadas no negócio? É como nas drogas: enquanto houver quem vende e quem compra, vai ser difícil.

O caminho é a conscientização. Várias campanhas têm sido realizadas. A mais recente está na abertura de todo DVD que se aluga numa locadora e nas salas de cinema. Filmes que usam a psicologia, como no que mostra o vexame do pai diante do filho ao chegar em casa esnobando que trouxe um “filme novinho, pirata”, e os que vinculam a pirataria ao crime organizado – em um deles, traficantes de drogas agradecem com uma salva de tiros do alto de uma favela a uma espectadora e à filha dela, perplexas, por terem comprado um filme pirata.
Mas os efeitos ainda são duvidosos e as conseqüências, cada vez mais danosas. O ministério da Justiça calcula que dois milhões de empregos formais deixam de ser criados a cada ano e cerca de R$30 bilhões anuais não são arrecadados em impostos por causa da falsificação de produtos.
Na Internet, o site Things of Interest tem até uma calculadora que faz as contas da pirataria. Você coloca lá o número de produtos falsificados e a máquina virtual te mostra o valor do prejuízo.
Esses números gigantes ainda não comoveram a população, principalmente os jovens entre 15 e 24 anos, responsáveis por 75% do consumo de produtos piratas. Pra esse segmento, as aparências e o status, independentemente da classe social, são mais importantes do que o crime.
E VOCÊ? JÁ COMPROU PRODUTOS PIRATAS? ARREPENDEU-SE OU NÃO? O QUE ACHA DA PIRATARIA? É CONTRA OU A FAVOR? PARTICIPE, MANDE SEU COMENTÁRIO.

A operação deste domingo, realizada na Feira de Artesanato da Av. Afonso Pena, foi planejada durante seis meses. Os fiscais do Ministério do Trabalho colecionavam denúncias sobre crianças trabalhando principalmente como pedintes e já tinham visitado a feira várias vezes para confirmar as irregularidades.
A união de esforços entre órgãos empenhados no combate ao trabalho infantil (Ministério Público Estadual; o Geacar, da PM; a Prefeitura e o Conselho Tutelar Municipal, além do Ministério do Trabalho) levou ao sucesso da operação.
A gerência da Feira tinha conhecimento e apoiou. Reclamava, em especial, que menores de idade estavam tirando o emprego de adultos. No caso, de carregadores e vendedores ambulantes. Entre as 35 crianças abordadas pela fiscalização, por exemplo, vendia cachorro-quente. O dono do carrinho de sanduíches, que não era o pai do adolescente de 13 anos, vai ser indiciado por exploração do trabalho infantil.
Outras duas crianças trabalhavam como “estátuas”. Todo domingo, vinham de Ibirité, na região metropolitana, a 30 km de distância da capital, se pintavam com tinta prata e passavam horas sob o sol ou chuva, imóveis, para ganhar alguns trocados. Uma mulher, que se diz mãe deles - mas não tinha documentos em mãos pra comprovar - fazia “estátua” com eles. Essa mulher e uma outra, também detida, são reincidentes, já haviam sido advertidas e vão responder a processo.
Nos casos mais graves, a pena é de prisão e os pais podem perder o pátrio poder sobre os filhos, encaminhados a abrigo público. Na operação de hoje, cinco crianças foram abrigadas.
Todos os pais (são cerca de 20) das crianças abordadas terão de assinar um TAC, Termo de Ajustamento de Conduta, com o Ministério Público, se comprometendo a não mais colocar os filhos em situação de explorados. Agora, a Prefeitura de BH vai verificar a situação geral das famílias envolvidas, com apoio de assistentes sociais. Um dos itens verificados é se têm o benefício do Bolsa-Família. As que tiverem necessidade financeira real serão inseridas no programa municipal de geração de emprego e renda.
Os casos de feirantes que levam filhos acima de 14 anos às barracas não são considerados exploração infantil, mas de economia familiar.
Muita gente “condena” o Estatuto da Criança e do Adolescente e as ações contra os tipos de trabalho infantil que se considerariam “aceitáveis” – aqueles que não submetem os menores de idade a esforço acima de suas capacidades físicas e que contribuem com a renda familiar. Nessas horas, lembro-me de meu pai, que começou a trabalhar aos sete anos, vendendo grampos de cabelo de porta em porta, depois como entregador de leite, nos tempos em que a bebida era vendida em garrafas de vidro, e assim por diante... Ele considera que é razoável um jovem ajudar em casa, desde que o trabalho não seja cruel.
E VOCÊ, O QUE ACHA?
O TRABALHO INFANTIL DEVE SER TOTALMENTE PROIBIDO? LUGAR DE CRIANÇA É NA ESCOLA? E FORA DA ESCOLA É SÓ BRINCAR E ESTUDAR? OU PENSA QUE, EM CERTOS CASOS, O TRABALHO DEVERIA SER PERMITIDO?
PARTICIPE, MANDE SUA OPINIÃO.
Em primeiro lugar, quero agradecer a todos que investiram um tempo lendo meu primeiro post neste blog. Vejo que a cobertura do caso Isabella é mesmo polêmica. Em apenas um dia, mais de cento e cinqüenta pessoas não se contentaram em apenas ler, mas também quiseram participar, mandando comentários, concordando comigo ou discordando. O objetivo foi alcançado, este blog existe pra ser um espaço democrático, livre, aberto; para discutir os principais temas que mexem com o país.
Entre os que discordaram, noto que há um grupo "sedento por Justiça". Natural que isso aconteça, principalmente num país em que o Poder Judiciário anda devendo, seja pelo código penal ultrapassado, seja pela "habilidade" dos advogados, que se aproveitam das brechas da lei para adiar indefinidamente o andamento de processos.
E os sedentos, os que esperam por "Justiça Já", logo esses foram injustos comigo... Como disse no post, não estou defendendo ou atacando o casal suspeito da morte de Isabella. Eu também quero Justiça!
Minha tarefa aqui foi analisar o comportamento da Imprensa. E, reafirmo, muitos veículos extrapolaram os limites do razoável e da ética. Não é à toa que vimos cenas deploráveis, gente cercando a casa dos Nardoni ou a delegacia nos dias de depoimento. Inclusive gente à toa, rindo pras câmeras, querendo só aparecer neste, muito bem-dito por um internauta, "showrnalismo".
Já os que concordaram comigo parecem esperar que a Imprensa evolua em certos aspectos. Então quero avançar na discussão.
Você acha que a Imprensa deveria preservar a identidade e a imagem de pessoas suspeitas de envolvimento em crimes até que sejam julgadas? Ou deve continuar revelando quem são essas pessoas, ainda na fase de investigação policial, ainda que, mais tarde, fique comprovado que elas eram inocentes?

MANDE SEU COMENTÁRIO!
LEIA TAMBÉM O POST ABAIXO DESTE, "IMPRENSA E O CASAL NARDONI: CULPADA OU INOCENTE?"
O que vou afirmar vai incomodar muitos jornalistas, mas é preciso dizer: boa parte da imprensa está fazendo uma cobertura irresponsável sobre a morte de Isabella Nardoni, jogada do sexto andar de um edifício, em São Paulo.

Janela indiscreta Foto: G1 - Globo
Logo no primeiro dia, veículos de comunicação apontaram o pai da menina, Alexandre, e a madrasta, Ana Carolina Jatobá, como os assassinos. Não quero aqui defender ou acusar o casal, não é esse o objetivo, mas debater o que vêm fazendo alguns veículos de comunicação, ao encontrar respostas rápidas demais para um caso que é mais complicado do que aparenta ser.
Há muitos indícios que apontam para o envolvimento de Alexandre e Ana Carolina. Mas ainda são só indícios, o caso está em fase de investigação policial. E muitos desses indícios já serviram para culpar e para inocentar o pai, por exemplo. Sangue no carro, vômito na camisa de Alexandre etc., pistas que foram dadas como verdadeiras, depois desmentidas, reconfirmadas, desmentidas de novo... Se é que existe uma mínima chance de esse casal ser inocente, essa chance foi destruída pela exposição pública a que pai e madrasta foram submetidos em rede nacional. Já estão condenados, ainda não pela Justiça, mas pela mídia e pela sociedade.

Isabella: imagem explorada
A imprensa precisa ser mais inteligente e perceber que, nessa guerra de informações, os promotores e os advogados de defesa sabem muito bem usar a mídia em favor próprio. Mas em nome do "furo jornalístico", da necessidade de vender mais jornais e dar mais audiência, parte da mídia perdeu o bom senso e o discernimento.
Jornalistas costumam ser arrogantes, lidam mal com erros e se julgam acima do bem e do mal, em nome de um pretenso "compromisso com a informação". Mas, por causa disso, já destruíram a vida de muita gente. Basta lembrar um episódio, o da Escola Base, em São Paulo, ocorrido em março de 1994, quando os donos da escola e funcionários foram denunciados por abuso sexual contra os alunos. A escola e as casas dos suspeitos foram apedrejadas, eles foram perseguidos nas ruas. Tempos depois, concluiu-se que a denúncia era falsa, mas aí já era tarde demais. Algumas das vítimas já conquistaram indenizações por danos morais contra a Imprensa, mas não há dinheiro que restitua a imagem, a dignidade e a honra de pessoas execradas pela mídia.
E VOCÊ, O QUE ACHA? A IMPRENSA, NO CASO ISABELLA, É CULPADA OU INOCENTE? MANDE SEU COMENTÁRIO!
E LEIA TAMBÉM O POST ACIMA DESTE. PARTICIPE E RESPONDA: SUSPEITOS DE ENVOLVIMENTO EM CRIMES DEVEM TER A IDENTIDADE PRESERVADA ATÉ O FIM DO JULGAMENTO?